segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Inscrições abertas para a II Oficina de Iniciação Científica Júnior

No dia 4 de outubro acontecerá a II Oficina de Iniciação Científica Júnior no Colégio Aplicação. A oficina tem por objetivo fornecer ao aluno da educação básica as orientações fundamentais que os permitam compreender o que é ciência, desenvolver a habilidade metódica da pesquisa científica e ter noções das regras básica da sua exposição, seja oral ou escrita.

Segundo o professor Dr. Saulo Henrique Silva, os jovens acadêmicos, na maioria das vezes, ingressam nas universidades sem nenhuma espécie de formação científica adequada. Através do Programa de Iniciação Científica, os alunos já entram na universidade com experiência na produção científica.

“Produzir conhecimento não deve ser uma atividade apenas do professor, mas também do aluno. É fundamental que o aluno seja instigado a problematizar as coisas e a tentar descobrir respostas para as suas inquietações”, destacou.

O professor Saulo Henrique ainda acrescenta que a iniciação científica no Brasil ocorre sempre de forma tardia, por não existir na educação básica tradição de pesquisa.

Oficina
A oficina acontecerá de 4 a 5 de outubro a partir das 10h no Colégio Aplicação. A oficina também se destina a fornecer uma iniciação científica aos estudantes de Graduação e Pós-graduação que tenham dificuldades com a prática da pesquisa científica. As inscrições podem realizadas no site do SIGAA.

Programação:

Dia 4 de outubro
Início às 10 horas.
Término às 12 horas.

Dia 5 de outubro
Início às 10 horas.
Término às 12 horas.
Local, Anfiteatro do Colégio de Aplicação

Fonte: FAPITEC/SE

sexta-feira, 16 de setembro de 2016


A programação estadual da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 2016 já está no ar, clique aqui para não perder nenhuma atividade.

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Erva cidreira é a planta medicinal mais utilizada em Aquidabã-SE

Com o objetivo de registrar o uso espécies nativas e promover a aproximação da comunidade escolar com a cultura local, o professor Eronides Soares Bravo Filho criou um projeto com a proposta de registrar essas plantas medicinais no município de Aquidabã. A ideia surgiu após o professor perceber o uso constante de ervas medicinais por pessoas mais velhas na comunidade.

Durante a pesquisa, foram aplicados questionários baseados em referências da literatura de trabalho de etnobotânica e o uso da técnica ‘bola de neve’. “Essa técnica é muito utilizada em trabalhos de etnociências e ocorre da seguinte forma: um especialista entrevistado indica outro especialista, e assim sucessivamente, desta forma, não há perda de tempo entrevistando pessoas que não conhecem a temática e obtêm-seresultados mais consistentes”.

A pesquisa contou com participação de três bolsistas: Yslaine Gomes dos Santos, Artur Anael Santos Silva Pina e Adrian Richard Pereira Melo. O professor Eronides como os bolsistas atuam  no projeto.“Eles fazem todo o levantamento bibliográfico, entrevista, coleta de dados do material botânico e desenvolvem a escrita inicial do artigo que será publicado em conformidade com as orientações”.

Descobertas
Apesar do acesso aos medicamentos industrializados, a pesquisa mostrou que a maioria dos moradores, independente de idade ou classe social, utiliza as ervas medicinais para curar diversas enfermidades. O mais curioso é que os conhecimentos das propriedades dessas plantas ficam restritos a três ou quatro especialistas da cidade, que guardam essas informações apenas na mente.
O estudo apontou que os maiores influenciadores para o uso das plantas medicinais são os pais e avós. Em Aquidabã, foram identificadas 49 espécies das plantas medicinais, sendo a mais utilizadas a erva cidreira, capim-santo e  bom-nome.

Apoio
O projeto é desenvolvido com o financiamento da Fundação de Apoio à Pesquisa e à Inovação Tecnológica do Estado de Sergipe (Fapitec/SE),em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico (CNPq) através do Programa de Iniciação Científica Júnior (PIBICJr).

 Fonte: FAPITEC/SE

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Professor enxerga potencial educativo em jogos de videogame

Vivemos numa geração em que os jovens vivem conectados. O videogame é uma das tecnologias que prendem a atenção dos jovens. Observando isso, o professor da Escola Municipal de Ensino Fundamental Freitas Brandão, Rogério Tenório de Azevedo, criou o projeto “Quem joga videogame marque um x!: um estudo sobre as práticas de jogos eletrônicos dos alunos da escola Freitas Brandão”.

A equipe fez um levantamento de dados através de um questionário para saber quais eram os jogos mais populares entre os alunos. Os resultados foram FIFA, Subway Surf e GTA. Depois identificaram qual era o potencial pedagógico de cada um e fizeram um segundo questionário para saber se os alunos percebiam se os jogos poderiam ser utilizados em sala de aula. Nesse questionário, os alunos responderam que se o jogo fosse aplicado na aula, ela seria mais atrativa e o conteúdo mais produtivo. Agora, eles estão na fase de análise e da escrita do relatório final.
 
O professor contou que apesar do tema ser uma novidade entre os seus colegas de trabalho, foi bem recepcionado. A intenção dele é levar o projeto além da matéria de Inglês. “O jogo poderia ser aproveitado pela disciplina de Geografia, de Português, Matemática, de Inglês. Nós percebemos que vários jogos têm potencial pedagógico”. A pesquisa finaliza em setembro, mas Tenório já pensa em continuar o projeto.

Apoio
O projeto conta com o apoio da Fundação de Apoio à Pesquisa e à Inovação do Estado de Sergipe (FAPITEC) em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico (CNPq) e fruto do Programa de Iniciação Científica Júnior (PIBIC Jr). 

Fonte: FAPITEC/SE

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Projeto do PIBIC Jr propõe estudo da mamona em Nossa Senhora da Glória

A mamona é uma planta considerada tóxica, devido à presença da proteína ricina, que mesmo em pequenas doses é mortal. A professora Rafaela Ramos Varjão após observar ocorrência da mamona em Nossa Senhora da Glória, principalmente em terrenos baldios e lavouras, onde há populações predominantes, desenvolveu o projeto "Bioensaios de alelopatia com extratos aquosos obtidos da mamona (Ricinuscommunis L.)”.

O projeto tem como objetivo estudar o efeito alelopático do extrato aquoso obtido das folhas de mamona sobre a germinação de sementes, desenvolvimento e crescimento de plântulas de alface e tomate. A professora destacou a intenção do projeto. “Desenvolver um experimento fácil de manipular, econômico e que respondesse aos questionamentos do projeto que envolve a interação entre espécies vegetais.”

A pesquisa foi dividida em três blocos, onde em cada um as folhas da mamona eram coletadas em período matutino nas áreas selecionadas de acordo com a metodologia. Depois da coleta, eram submetidas à desinfecção. No Colégio Estadual Cícero Bezerra, os bioensaios eram montados e a pesquisa desenvolvida e acompanhada.

As redes sociais foram os principais meios de convocar os bolsistas para esse projeto. Os interessados preencheram um formulário para a avaliação das três bolsas. Rafaela frisou a importância das bolsas. “A bolsa é um estímulo financeiro que compromete o aluno com o desenvolvimento da pesquisa e o torna ainda mais responsável pelas suas atividades.”

As bolsas fazem parte do Programa de Iniciação Científica Júnior (PIBIC Jr), uma parceria da Fundação de Apoio à Pesquisa e à Inovação do Estado de Sergipe (FAPITEC) com Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Resultados
A análise das sementes demonstrou que o extrato inibiu a germinação e comprometeu a qualidade, mesmo das que geminaram. Nos testes de crescimento, a raiz apresentou baixo crescimento nos tratamentos com diluições em comparação ao controle. Os resultados preliminares do projeto foram apresentados na Cienart 2015 e o artigo foi publicado na Revista Feira de Ciência & Cultura (vol.3, no. 3, abril 2016).

Fonte: FAPITEC/SE

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Participe da SNCT 2016

Participe você também da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia! Inscreva seus eventos e atividades de divulgação de Ciência e Tecnologia que farão parte da Programação Nacional da SNCT 2016. Você poderá cadastrar o seu evento durante o período de 1º de agosto de 2016 até 31 de agosto de 2016

MANUAL DE CADASTRO NACIONAL

Acesse o site http://semanact.mcti.gov.br/cadastre-se e siga os passos abaixo.

Informe os seus dados para a criação do usuário. Durante essa criação, verifique se a sua instituição está cadastrada. Caso ainda não esteja, você deverá inserir também os dados da instituição a ser cadastrada.

Após o cadastramento de usuário e instituição, você poderá cadastrar o seu evento durante o período de 1º de agosto de 2016 até 31 de agosto de 2016; ou atividades a partir de 1º de setembro.

Atenção: um mesmo usuário poderá cadastrar mais de um evento ou atividade. Para cadastrar atividade(s), não é obrigatório ter evento(s) cadastrado(s). Mas ao cadastrar uma atividade, esta deverá ser vinculada a um evento – que estará listado no site da SNCT.

Ao cadastrar o seu evento ou atividade, você  receberá uma mensagem por e-mail dizendo que seu evento ou atividade foi cadastrado com sucesso. Se aprovado pela coordenação, receberá uma segunda mensagem dizendo que seu evento ou atividade foi aprovado com sucesso; caso rejeitado, uma  mensagem dizendo que seu evento ou atividade foi rejeitado também será enviada.

Só é possível cadastrar evento(s) ou atividade(s) se estiver "logado" no site. O login  é feito mediante e-mail cadastrado e senha.

Se houver necessidade de alterar os seus dados ou os dados dos eventos ou atividades cadastradas, essas alterações poderão ser feitos pelo usuário cadastrado. Só não poderão ser alterados os eventos ou atividades já aprovados. Contudo, se houver necessidade de alterar a atividade ou evento aprovado, o usuário cadastrado poderá entrar em contato com a coordenação da SNCT mediante e-mail ou telefone que estão disponíveis no site. 

Este manual se destina às pessoas que desejam inscrever eventos e atividades durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia.

Fonte: Semanact

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

O que é?

A Semana Nacional de Ciência e Tecnologia - SNCT - foi estabelecida pelo Decreto de 9 de Junho de 2004. Ela é realizada sempre no mês de outubro sob a coordenação do MCTIC, por meio do Departamento de Difusão e Popularização da Ciência e Tecnologia (DEPDI/SECIS) e conta com a colaboração de secretarias estaduais e municipais, agências de fomento, espaços científico-culturais, instituições de ensino e pesquisa, sociedades científicas, escolas, órgãos governamentais, empresas de base tecnológica e entidades da sociedade civil. Tem o objetivo de aproximar a Ciência e Tecnologia da população, promovendo eventos que congregam centenas de instituições a fim de realizarem atividades de divulgação científica em todo o País. A ideia é criar uma linguagem acessível à população, por meios inovadores que estimulem a curiosidade e motivem a população a discutir as implicações sociais da Ciência, além de aprofundarem seus conhecimentos sobre o tema.

Como Participar ?

Neste site, nos sites estaduais ou em meios de comunicação de sua região, você encontrará informações sobre os eventos que integram a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. Este site traz informações sobre as atividades e os contatos locais, além de notícias, artigos, fotos, vídeos e outros materiais. Aqui você pode identificar o coordenador regional em seu estado e solicitar o material de divulgação da SNCT para sua região ou instituição, como cartazes, folders, vídeos, banners, etc. Se você tiver interesse em ter uma participação mais ativa, divulgando a SNCT ou organizando eventos, vá em frente e pense no que pode ser feito no seu município, instituição de pesquisa, escola, universidade, bairro, associação ou em locais públicos. É importante que você cadastre aqui todas as atividades que pretende desenvolver, pois as informações de todo o país ficarão disponíveis para facilitar o acesso do grande público e da imprensa.

Quem participa?

Todas as pessoas interessadas podem participar das atividades da SNCT. Atualmente, colaboram com a realização deste grande evento as universidades e instituições de pesquisa; escolas públicas e privadas; institutos de ensino tecnológico, centros e museus de C&T; entidades científicas e tecnológicas; fundações de apoio à pesquisa; parques ambientais, unidades de conservação, jardins botânicos e zoológicos; secretarias estaduais e municipais de C&T e de educação; empresas públicas e privadas; meios de comunicação; órgãos governamentais; ONGs e outras entidades da sociedade civil.

Qual o tema desse ano?

"Ciência Alimentando o Brasil" é o tema escolhido para a 13ª edição da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT). A motivação para a escolha baseia-se na decisão da Assembleia Geral das Nações Unidas, que proclamou 2016 como o Ano Internacional da Leguminosas (AIL).
São exemplos de assuntos que podem ser abordados na SNCT 2016:
1- O Brasil é um dos maiores produtores de alimentos. Como o nosso agronegócio funciona? Qual é o papel da ciência e da tecnologia?
2- Você tem uma boa alimentação? Como conseguir isso com essa nossa correria diária? A ciência e a tecnologia podem ajudar?
3- A cozinha é antes de tudo um laboratório! Que reações químicas e processos físicos acontecem no preparo dos alimentos?
4- Como assegurar que cada brasileiro tenha acesso à quantidade mínima diária de alimentos? Você já ouviu falar em Segurança Alimentar? Um terço do que produzimos vai para o lixo! Como combater o desperdício de alimentos no Brasil?
5- Os agrotóxicos são um mal necessário? Ou é possível alimentar 7 bilhões de pessoas sem esse tipo de recurso? Alimento geneticamente modificado faz mal à saúde e ao meio ambiente? O que dizem os especialistas a favor e contra? O que você acha sobre isso?
Homenagem Especial

Vamos celebrar também a agrônoma de origem tcheca e naturalizada brasileira, Johanna Döbereiner. Seu trabalho foi decisivo na história da soja tropical brasileira. Graças às suas pesquisas com a bactéria Rhizobium, o Brasil economizou bilhões de reais em adubos e inseticidas nos últimos 40 anos.

Quem Coordena?

A coordenação nacional da SNCT é de responsabilidade do Ministério da Ciência, Tecnologia Inovações e Comunicações (MCTIC), por meio do Departamento de Popularização e Difusão de C&T (DEPDI), da Secretaria de C&T para Inclusão Social (SECIS).Em cada estado, existem parceiros locais que podem orientar em como participar da SNCT.  A realização da Semana conta com a participação ativa de governos estaduais e municipais, de instituições de ensino e pesquisa, e de entidades ligadas à C&T de cada região. Muitos estados e municípios já criaram suas semanas estaduais ou municipais de C&T, articuladas com a SNCT.

FONTE: SEMANACT

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Fundação Grupo Boticário seleciona projetos ambientais para apoio financeiro

 
A Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza acaba de abrir as inscrições do tradicional ‘Programa de Apoio a Ações de Conservação’. Para essa edição, é possível concorrer em três categorias: ‘Apoio a Projetos’, ‘Apoio a Programas’ e ‘Biodiversidade do Paraná’. As inscrições ficam abertas até 31 de agosto, neste link. 

A iniciativa visa potencializar a geração de conhecimento, através de pesquisas e estudos da biodiversidade brasileira, além de estimular ações que promovam mudanças positivas no cenário ambiental do país. “Incentivamos projetos que tragam resultados efetivos para a proteção da biodiversidade e contribuam com o cumprimento das metas ambientais internacionais com as quais o país esteja comprometido” afirma Malu Nunes, diretora executiva da Fundação Grupo Boticário.

A categoria ‘Apoio a Projetos’ selecionará iniciativas que contribuam para a conservação da natureza no Cerrado e na Caatinga, biomas que juntos ocupam 36% do território brasileiro. “A cada edição, escolhemos um ‘recorte’ específico para promover novas iniciativas. Dessa vez, o foco será em projetos de conservação de dois biomas muito importantes para o país. Na Caatinga vivem 27 milhões de brasileiros, além de ser o único bioma exclusivamente nacional. E o Cerrado abriga nascentes de rios que abastecem as principais bacias hidrográficas do país, tanto que carrega o apelido de ‘caixa d’água do Brasil’”, afirma a diretora. 
Com o ‘Apoio a Programas’, são abrangidas iniciativas de média e longa duração, que possibilitem ações de conservação da natureza de maior magnitude e que demandem mais tempo para aplicação. Já a terceira categoria - ‘Biodiversidade do Paraná’-, criada em parceria com a Fundação Araucária, seleciona propostas a serem executadas em qualquer região paranaense, como por exemplo, a área de ocorrência da Floresta com Araucárias, ecossistema característico da Mata Atlântica. 
Linhas temáticas
 
Para concorrer em qualquer uma das três categorias, é preciso que as propostas atendam a uma das quatro linhas temáticas de apoio. A primeira trata de ‘Unidades de Conservação de Proteção Integral e Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs)’ e tem como objetivo a criação, ampliação e execução de atividades prioritárias de seus Planos de Manejo (documentos oficiais de planejamento das unidades de conservação). A segunda linha visa a execução de ações prioritárias para espécies ameaçadas, seguindo os Planos de Ação Nacional (PANs), documentos que elencam ações prioritárias para conservação de determinadas espécies e ecossistemas.
 
A terceira, ‘Ambientes Marinhos’, é voltada para estudos, ações e ferramentas para a proteção e redução de pressão sobre a biodiversidade marinha. Nesta edição, essa linha será destinada apenas a propostas da categoria ‘Biodiversidade do Paraná’. 
Já a linha ‘Políticas Públicas’ (exclusiva para ‘Apoio a Programas’) visa à implementação e fortalecimento de incentivos para conservação da natureza, instrumentos legais para fiscalização e proteção da biodiversidade, consolidação de áreas protegidas e parcerias para conservação. 
Inscrições
Podem se inscrever no Programa de Apoio a Ações de Conservação instituições sem fins lucrativos, como fundações ligadas a universidades e organizações não governamentais (ONGs). Para a categoria ‘Biodiversidade do Paraná’, pessoas físicas e universidades públicas podem se candidatar através do site da Fundação Araucária.
A Fundação Grupo Boticário, ao longo dos seus 25 anos, já apoiou 1.486 projetos de 496 instituições em todo o Brasil, contribuiu para a descrição de 141 espécies e para o estudo de outras 240 espécies ameaçadas. Dúvidas podem ser encaminhadas por e-mail para edital@fundacaogrupoboticario.org.br.
 
Fonte: Fundação Boticário

terça-feira, 26 de julho de 2016

Inscrições para o Programa de Iniciação Científica encerram próxima quarta-feira, 27

Com o objetivo de inserir a pesquisa científica na educação básica, a Fundação de Apoio à Pesquisa e à Inovação Tecnológica do Estado de Sergipe (Fapitec/SE) está com inscrições abertas até a próxima quarta-feira, 27, para o edital do Programa de Iniciação Científica Júnior. O edital está ofertando 160 bolsas no valor de R$ 100 para estudantes da rede pública.

Para participar, os professores da rede pública devem submeter uma proposta de projeto que será desenvolvido na escola. Os professores podem solicitar até quatro bolsas por projeto, que serão destinadas aos alunos. O projeto tem duração de um ano.

As propostas devem ser submetidas online no site da Fapitec/SE, através do sistema SIGFAPITEC até a próxima quarta-feira. Para mais informações, os interessados devem acessar o site da Fapitec/SE.

PIBICjr

O Programa vem sendo desenvolvido em Sergipe desde 2003 e já foram ofertadas mais de 756 bolsas. O PIBICjr estimula programas de pesquisa tecnológica, científica e de inovação nas escolas da rede pública.  

Fonte: FAPITEC/SE

segunda-feira, 4 de julho de 2016

FAPITEC/SE lança edital para o Prêmio João Ribeiro

Com o objetivo de incentivar a divulgação científica em Sergipe, a Fundação de Apoio à Pesquisa e Inovação do Estado de Sergipe (Fapitec/Se) lança o edital do Prêmio João Ribeiro.  O Prêmio é destinado aos bolsistas, pesquisadores, comunicadores, inventores e empresários. As inscrições podem ser realizadas até 18 de julho.

O Prêmio João Ribeiro será dividido nas seguintes categorias: Cientifica que abrange Pesquisador Sênior, Pesquisador Júnior, Jovem Cientista e Cientista Júnior. A categoria de Comunicação Social e Visual, que abrange Jornalismo Científico, Jovem Jornalista, Coluna de Divulgação Científica Profissional, Coluna de Divulgação Científica Estudante, Vídeo Profissional, Vídeo Estudante e Fotografia Profissional e Estudante. A categoria de Inovação Tecnológica, que abrange as modalidades de Inventor independente, Empresa inovadora e Jovem Inventor.

A novidade para esse ano são as categorias: Coluna de Divulgação Científica, Vídeo e Fotografia.Para participar da Coluna de Divulgação Cientifica, é preciso ser aluno ou profissional em Sergipe e autor de uma coluna com assunto relacionado à Ciência e publicado nos últimos 12 meses. Para categoria de Vídeo e de Fotografia, o candidato precisa ser pesquisadorFapitec, bolsista com projeto concluído, estudante de graduação ou ensino médio em Sergipe, ter cadastro no SIGFAPITEC, currículo Lattes atualizado no portal do CNPq e não ter pendências com a Fapitec/Se.

A premiação varia de R$500 a R$ 2 mil, conforme cada categoria. Para participar, o candidato deverá produzir conteúdo relacionado à Ciência, Tecnologia e Inovação para cada modalidade.

Confira o edital AQUI 

Fonte: Fapitec/SE

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Inscrições abertas até hoje 30/06 para a Feira Estadual de Ciências, Tecnologia e Artes

As inscrições de projetos para a Feira Estadual de Ciências, Tecnologias e Artes de Sergipe (Cienart) estão abertas até hoje 30 de junho. Podem participar da Cienart as escolas públicas, particulares e técnica.  A Feira acontecerá durante a Semana Nacional de Ciências e Tecnologia (SNCT) no dia 28 de outubro na Universidade Federal de Sergipe (UFS).
De acordo com a coordenadora da Cienart, Profª Zélia Macedo, os projetos podem ser inscritos nas seguintes modalidades: escolas públicas (estadual, municipal e técnica), escolas particulares, Iniciação Científica Júnior e artística.  As inscrições devem ser realizadas online no site www.cienart-se.com.br pelo professor coordenador da equipe.

As equipes devem ter no mínimo dois e no máximo 10 alunos regularmente matriculados entre o 6º ano do fundamental e o 3º ano do ensino médio. Podem fazer parte da equipe professores colaboradores, sem limite de número. Cada equipe deve ter apenas um professor coordenador e este será responsável pela inscrição do trabalho. 

Quanto ao número de trabalhos inscritos, Zélia explica que não há limite de trabalho por escola, no entanto podem haver cortes caso haja limitações de espaço.  “Não há limite de trabalho por professor. Cada aluno só poderá estar inscrito em um trabalho. Trabalhos de PIBIC Jr NÃO estão automaticamente inscritos”, explica Zélia. 

Foto: Cienart

terça-feira, 28 de junho de 2016

Edital prorrogado: Programa de Iniciação Científica Júnior

O edital do Programa de Iniciação Científica Júnior (PIBICjr) foi prorrogado até o dia 27 de julho. O edital tem por objetivo despertar vocações científicas e estimular a pesquisa científica nas escolas da rede pública são os principais objetivos do edital do Programa de Iniciação Científica Júnior (PIBICjr). O edital oferece 160 bolsas para estudantes da rede pública no valor de R$ 100.

A PIBICjr é destinada aos alunos de ensino fundamental, médio e profissionalizante regularmente matriculado em escolas públicas sediadas no estado de Sergipe. Para participar da seleção, o coordenador do projeto precisa ter vínculo com uma instituição de pesquisa ou ensino, além do título de mestre. O coordenador poderá solicitar até quatro bolsas e apresentar mais de um projeto, mas com conteúdo diferente.

Acesse o edital

Inscrições abertas para o 11º Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero

As inscrições para o 11º Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero estão abertas até 29 de julho. Podem participar os alunos do ensino médio, graduação ou graduado,  mestrado ou mestre, doutorado ou doutor, além de escolas e Secretárias Estaduais e Municipais de Educação. O regulamento e as inscrições estão disponíveis no site: www.igualdadedegenero.cnpq.br

O objetivo do Prêmio é estimular e fortalecer a reflexão crítica e a pesquisa acerca das desigualdades existentes entre homens e mulheres em nosso país e sensibilizar a sociedade para tais questões. O Prêmio é uma realização do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) em parceria com a Secretaria de Política das Mulheres (SPM-PR), a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (SECADI/MEC), a Secretaria de Educação Básica (SEB/MEC) e a ONU Mulheres.

O prêmio é dividido nas categorias: Ensino Médio, no qual o aluno deverá fazer uma redação de 2 a 4 páginas; Graduação ou Graduando, em que deverá ser feito um artigo científico de 10 a 15 páginas; Mestrado ou Mestre, em que será preciso fazer um artigo científico de 15 a 20 páginas; Doutorado ou Doutor, no qual deverá ser feito um artigo científico de 20 a 30 páginas; Escola Promotora da Igualdade de Gênero que deverá apresentar projetos e ações pedagógicas com 10 a 15 páginas; Secretarias Estaduais e Municipais de Educação, em que deverá apresentar projetos e ações pedagógicas de 10 a 30 páginas.

Alguns dos temas que os estudantes poderão escolher são mulheres, discriminação, relações raciais, classe social, etnia, gerações, sexualidade. É interessante pesquisar em livros, artigos e conversar com pessoas de sua convivência. Afinal, a mudança da sociedade pode começar bem perto de você.

A premiação será dividida pelas categorias: Ensino Médio, os 3 primeiros lugares na etapa nacional ganharão Laptop e Bolsa de Iniciação Científica Junior ou Tecnológica de 12 meses, na etapa estadual os 24 primeiros lugares ganharão Tablet; Graduação ou Graduando, os dois primeiros lugares ganharão R$ 5 mil e Bolsa de Iniciação Científica ou Tecnológica por 12 meses; Mestrado ou Mestre, os dois primeiros lugares ganharão R$ 8 mil e Bolsa de Mestrado ou Doutorado no país; Doutorado ou Doutor, os dois primeiros lugares ganharão R$ 10 mil e Bolsa de Doutorado ou Pós-Doutorado no país; Escola Promotora da Igualdade de Gênero ganhará R$ 10 mil por escola de cada estado; Secretarias Estaduais e Municipais de Educação, as cinco primeiras colocadas ganharão o título de “Secretaria Promotora da Igualdade de Gênero”. 

terça-feira, 21 de junho de 2016

Inscrições abertas para a Feira Estadual de Ciências, Tecnologia e Artes

As inscrições de projetos para a Feira Estadual de Ciências, Tecnologias e Artes de Sergipe (Cienart) estão abertas até 30 de junho. Podem participar da Cienart as escolas públicas, particulares e técnica.  A Feira acontecerá durante a Semana Nacional de Ciências e Tecnologia (SNCT) no dia 28 de outubro na Universidade Federal de Sergipe (UFS).
De acordo com a coordenadora da Cienart, Profª Zélia Macedo, os projetos podem ser inscritos nas seguintes modalidades: escolas públicas (estadual, municipal e técnica), escolas particulares, Iniciação Científica Júnior e artística.  As inscrições devem ser realizadas online no site www.cienart-se.com.br pelo professor coordenador da equipe.

As equipes devem ter no mínimo dois e no máximo 10 alunos regularmente matriculados entre o 6º ano do fundamental e o 3º ano do ensino médio. Podem fazer parte da equipe professores colaboradores, sem limite de número. Cada equipe deve ter apenas um professor coordenador e este será responsável pela inscrição do trabalho. 

Quanto ao número de trabalhos inscritos, Zélia explica que não há limite de trabalho por escola, no entanto podem haver cortes caso haja limitações de espaço.  “Não há limite de trabalho por professor. Cada aluno só poderá estar inscrito em um trabalho. Trabalhos de PIBICJr NÃO estão automaticamente inscritos”, explica Zélia. 

Foto: Cienart

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Pesquisador cria canal no youtube para ensinar física através do skate

Nos últimos anos, esportes radicais como surf e skate ganharam mais espaço na mídia e mais adeptos entre os jovens. A causa disso são os atletas brasileiros que vêm se destacando mundialmente. Pensando nisso, o doutor em Engenharia Nuclear, Albérico Blohem de Carvalho, criou um canal no youtube que une Física e esporte. Uma forma de tornar mais fácil o aprendizado dos jovens.

“O canal vem estreitar laços entre esta ciência e adolescência. Assim, além de incentivar a prática, desenvolve o espírito científico. Alguns estudos mostram que o skate pode ser utilizado como um facilitador na construção do conhecimento científico, tornando-o mais acessível e compreensível”, contou.

O objetivo do canal "Física pelo esporte" é ser uma ferramenta complementar para o ensino da Física. Além de estimular os alunos a utilizarem as novas tecnologias para auxiliá-los na construção do conhecimento, encorajá-los a praticar algum esporte. O professor ressalta a importância do projeto. “Sabemos que os jovens estão cada vez mais sedentários e isto pode refletir em uma vida adulta inativa aumentando assim a probabilidade de se desenvolver alguma doença crônica.”

Os vídeos são divididos de duas formas: os rápidos, de aproximadamente 15 segundos, que apresentam ou lembram um conceito físico e os mais longos, por volta de 1 minuto, que são explicativos. O conteúdo poderá ser acessado por qualquer pessoa através do Youtube. Albérico enfatiz que a exposição dos vídeos em sala de aula servirá para facilitar o ensino e complementar a aula.

A divulgação do canal “Física pelo Esporte” começou há pouco tempo. Ele foi lançado na Feira Estadual de Ciências, Tecnologia e Artes de Sergipe (Cienart) no dia 10 de junho, através da oficina temática intitulada "Ferramentas para o Ensino de Física Explorando Novas Tecnologias”. Neste dia, foram entregues DVDs com vídeos do canal aos professores. O doutor em Engenharia Nuclear mostra-se animado com os resultados.

Apoio
O projeto integra o edital Popularização da Ciência desenvolvido pela Fundação de Apoio à Pesquisa e à Inovação do Estado de Sergipe (Fapitec/SE). Além do canal no Youtube, o pesquisador criou uma conta no Instagram (@fisicapeloesporte) onde posta fotos relacionadas aos temas dos vídeos e uma página no Facebook. Assim, disseminando o projeto para além de Aracaju.

Fonte: FAPITEC/SE