sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Entenda como funciona



Quem participa?

Todas as pessoas interessadas podem participar das atividades da SNCT. Atualmente, colaboram com a realização deste grande evento as universidades e instituições de pesquisa; escolas públicas e privadas; institutos de ensino tecnológico, centros e museus de C&T; entidades científicas e tecnológicas; fundações de apoio à pesquisa; parques ambientais, unidades de conservação, jardins botânicos e zoológicos; secretarias estaduais e municipais de C&T e de educação; empresas públicas e privadas; meios de comunicação; órgãos governamentais; ONGs e outras entidades da sociedade civil.



Qual o tema desse ano?

“CIÊNCIA PARA A REDUÇÃO DAS DESIGUALDADES”

"Ciência para a Redução das Desigualdades” foi o tema escolhido para a décima quinta edição da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) em 2018, que ocorrerá de 15 a 21 de outubro. A motivação para escolha baseia-se na Agenda 2030, estabelecida pela Organização das Nações Unidas – ONU, e seus 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável – ODS, em particular o ODS 10 – Redução das Desigualdades.
O tema da SNCT 2018 permite trazer à tona o debate acerca da contribuição das Ciências Sociais e Humanas para a redução das desigualdades no Brasil. Fomentar os usos sociais da ciência e da tecnologia permitirá ampliar as possibilidades de se combater a desigualdade social por meio da popularização e da divulgação da ciência e da tecnologia.
A utilização de resultados de pesquisas e de artefatos das Tecnologias Sociais e Assistivas, por exemplo, pode pavimentar um caminho robusto para reduzir a distância entre o conhecimento produzido e sua aplicação para melhoria da qualidade de vida. A Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, que contou em 2017 com mais de 1.300 municípios participantes, pode contribuir para a disseminação e popularização de soluções para problemas cotidianos que impactam sobremaneira a vida da maioria da população brasileira, como por exemplo: metodologias simplificadas para armazenamento e reciclagem de água; células fotovoltaicas adesivas para geração de energia solar; tecnologias para habitação popular com material reciclado; cadeiras de rodas e jogos interativos adaptáveis; análise para gestão de conflitos urbanos, entre outras.
A interdisciplinaridade e a transversalidade na abordagem do tema da SNCT 2018 podem ser o diferencial para um projeto com grande impacto na sociedade brasileira, demonstrando que a popularização da ciência pode ser, de fato, utilizada como ferramenta para o alcance da melhoria de vida e do empoderamento da população.

Perguntas orientadoras:

  • Quais são as principais desigualdades sociais verificadas neste País?
  • Como o conhecimento científico e tecnológico pode influenciar a necessária redução dessas desigualdades?
  • Quais são os possíveis usos sociais da Ciência? Como aplicar esse conhecimento científico?

São exemplos de assuntos que podem ser abordados na SNCT 2018:
  1. Desigualdade social é um conceito abrangente, que envolve condições socioeconômicas e também culturais, e que aponta, sobretudo, para a busca por soluções integradas e sustentáveis aos desafios contemporâneos. Qual seria o principal desafio à melhoria da qualidade de vida na sua localidade?
  2. O Brasil é um dos maiores produtores de artigos científicos no mundo. Qual é a possibilidade de aplicar o conhecimento construído – e publicado em artigos científicos - na solução de problemas sociais candentes, como doenças degenerativas, produção de energias alternativas com baixo custo, manejo florestal sustentável, sistemas de tratamento de água, poluição marinha?
  3. As diferentes áreas do conhecimento científico podem contribuir de diferentes formas para a melhoria da qualidade de vida da população. Você conhece algum caso de sucesso de aplicação da ciência em soluções de baixo custo?
  4. Você conhece algum inventor? Alguém que tenha aprimorado um produto ou processo e aplicado esta invenção no cotidiano?
  5. A ciência brasileira deveria contar com a contribuição de todos os registros de conhecimento, inclusive aqueles a que costumamos chamar conhecimentos tradicionais. As populações que vivem no interior do Brasil dispõem de um vasto conhecimento sobre ervas que tratam dos mais diversos problemas de saúde. A experiência das populações tradicionais envolvidas nas atividades de pesca artesanal é fundamental para o mapeamento de qualquer região litorânea. É possível disseminar, escrever e publicar sobre esse conhecimento tácito, passado entre gerações?
  6. As cidades crescem atualmente a uma velocidade sem precedentes. A população urbana deve dobrar até 2030, adicionando mais 2 bilhões de pessoas ao meio urbano e acelerando a demanda por infraestrutura, serviços básicos, habitação e aumentando a pressão sobre os recursos naturais. Como a ciência e a tecnologia podem contribuir na busca de alternativas que levem à transição para cidades mais sustentáveis?
  7. Em um país, as desigualdades são tipicamente distribuídas de forma desigual entre as regiões, e entre as áreas urbanas, periurbanas e rurais. A história, a cultura, o status social também afetam o nível e a reprodução das desigualdades. É possível mapear essas diferenças na sua região ou localidade e propor soluções de cunho científico-tecnológico para reduzi-las?
  8. O número de mulheres envolvidas em carreiras científicas tem crescido significativamente no mundo. Entretanto, ainda são minoria no campo científico e no campo político: compõem somente 30% dos pesquisadores mundiais (UNESCO, 2017) e menos de um terço das vagas do Congresso Nacional Brasileiro. Como criar condições para reduzir as diferenças de poder, de cargo e de salários entre homens e mulheres?
  9. Tecnologias Sociais são consideradas um conjunto de produtos, técnicas e/ou metodologias reaplicáveis, desenvolvidas na interação com a comunidade e que represente efetivas soluções de transformação social. Você conhece alguma Tecnologia Social disponível na sua região?
  10. Tecnologias Assistivas podem ser definidas como recursos, serviços e produtos que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com deficiência e consequentemente promover vida independente e inclusão. Os serviços e espaços públicos do seu município são acessíveis a pessoas com deficiência? Como a tecnologia pode auxiliar nesse processo?
  11. Spirulina é uma cianobactéria fotossintética, uma das mais produzidas no mundo. Sua biomassa possui alto valor nutricional e pode compor merendas escolares para garantir um nível de nutrição mais adequado às crianças em fase de crescimento. Como a ciência e a tecnologia podem contribuir para a produção de super alimentos com base na biodiversidade brasileira que proporcionem um nível de nutrição adequado à população das diversas regiões do país, principalmente crianças?
  12. A indústria 4.0, as Tecnologias Digitais e demais novas tecnologias tem imenso potencial de aumento de produtividade do trabalho, além de possibilitarem mais ampla disseminação de informações. Como serão distribuídos os ganhos advindos desse aumento de produtividade? Como a juventude, particularmente, está sendo preparada para um mundo com crescente protagonismo de máquinas e inteligências artificiais?
  13. Várias avaliações concluíram que, em 2015, quase metade de toda a riqueza das famílias de todo o mundo pertencia a 1% da população mundial, e que as 62 pessoas mais ricas possuíam o mesmo que a metade inferior da humanidade (Relatório Mundial de Ciências Sociais, 2016). Como o conhecimento científico pode contribuir para a redução das desigualdades econômicas e o alcance de uma sociedade mais justa?
  14. O Brasil é um país continental com desigualdades regionais dramáticas, cuja superação representa um desafio secular da nossa sociedade. Mas a diversidade ambiental e cultural pode significar maior diversidade de abordagens a problemas, mais criatividade no desenvolvimento de soluções, na geração de hipóteses, etc. Como a ciência pode ajudar na superação das históricas desigualdades regionais brasileiras?
  15. A desigualdade ambiental se caracteriza pela irregularidade no acesso a recursos naturais e aos benefícios de sua exploração, exposição à poluição e a riscos, diferenças quanto à capacidade de se adaptar a tais ameaças. Qual é o papel da educação científica ambiental na redução desse tipo de desigualdade?
  16. Você conhece técnicas que permitam a exploração sustentável do meio ambiente e que possam ser disseminadas em comunidades cujo sustento depende da natureza?
  17. A discriminação em virtude de cor, cultura, origem racial ou étnica coloca pessoas de grupos raciais ou étnicos em situação de desvantagem no acesso a benefícios gerados pelo estado. Como a ciência pode contribuir para a resolução desse tipo de desigualdade?
  18. Os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável estão inter-relacionados e devem ser trabalhados de maneira integrada e interdisciplinar. Como o conhecimento científico pode contribuir para o alcance dos ODS e suas metas?
  19. Como as metas propostas para o alcance dos ODS se adaptam à sua realidade? Você consegue propor uma forma de conscientizar o público sobre a importância de cumprir as 169 metas dos ODS?
  20. Você conhece algum projeto de Ciência Cidadã? Essas iniciativas contribuem tanto para pesquisa quanto para educação. Elas proporcionam oportunidades para a aquisição de dados com amplitude muito maior, tanto em espaço geográfico quanto em tempo, do que equipes de cientistas seriam capazes. Como projetos de ciência cidadã podem contribuir para a redução das desigualdades?


Quem Coordena?

A coordenação nacional da SNCT é de responsabilidade do Ministério da Ciência, Tecnologia Inovações e Comunicações (MCTIC), por meio da Coordenação-Geral de Popularização e Divulgação da Ciência, da Secretaria de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento. Em cada estado, existem parceiros locais que podem orientar em como participar da SNCT.  A realização da Semana conta com a participação ativa de governos estaduais e municipais, de instituições de ensino e pesquisa, e de entidades ligadas à C&T de cada região. Muitos estados e municípios já criaram suas semanas estaduais ou municipais de C&T, articuladas com a SNCT.

Fonte:  SNCT MCTIC

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Programação da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia em Sergipe

“A Matemática está em tudo” é o tema da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), que ocorre de 23 a 29 de outubro no Brasil. A SNCT tem por objetivo aproximar a Ciência e a Tecnologia da população, promovendo atividades de divulgação científica. Em Sergipe, serão realizadas várias atividades em Aracaju e no interior. As atividades serão encerradas com a Feira de Científica de Sergipe, que reúne centenas de estudantes da rede pública e particular no dia 27 de outubro no Centro de Vivência da Universidade Federal de Sergipe (UFS).
O coordenador da SNCT em Sergipe, Marcus Eugênio, destaca que várias atividades serão realizadas. Em Sergipe, a programação já começa a partir do dia 18 de outubro com a ação ‘Ciência na Escola’, que percorrerá vários municípios sergipanos.
“A SNCT em Sergipe oferece este ano uma programação com muitas atividades voltadas para a divulgação científica. Desde o dia 18 de outubro teremos atividades todos os dias até o dia 27 de outubro. Toda comunidade está convidada para participar das ações”, convida o professor Marcos Eugênio.
Ciência na Escola
A programação da SNCT começa com a ação ‘ Ciência na Escola’ em que professores das universidades visitaram escolas públicas de Aracaju e do interior do estado para a realização de palestras. O objetivo é permitir o contato entre aluno e o pesquisador. A programação possui atividades até o dia 24 de outubro.
Portas Abertas
A ação Portas Abertas é uma ação que acontece durante a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) em Sergipe onde as instituições de pesquisa e universidades abrem as portas para receber alunos da Educação Básica. Um momento importante para as instituições de pesquisa disponibilizarem informações sobre o que é produzindo sobre ciência em Sergipe. A ação acontecerá no Instituto Tecnológico e de Pesquisas do Estado de Sergipe (ITPS), Embrapa Tabuleiros Costeiros,Instituto de Tecnologia e Pesquisa (ITP) e Universidade Federal de Sergipe (UFS). As visitas acontecerão de 23 a 26 de outubro.
Mostra de Ciência no Shopping
A Mostra de Ciência acontecerá no dia 21 de outubro, no Shopping Prêmio, em Nossa Senhora do Socorro, no horário de 10h às 22h. Na praça do shopping, acontecerá a exposição de projetos de popularização da ciência nas diversas áreas do conhecimento. As atividades são interativas e lúdicas.

No dia 11 de novembro, a mostra acontece no e no Shopping Peixoto, em Itabaiana, no horário de 10h às 22h.
Feira de Ciência de Sergipe
No dia 27 de outubro acontecerá a Feira Científica de Sergipe no Centro de Vivência da Universidade Federal de Sergipe (UFS).  O objetivo da Feira é aproximar a população de temas relacionados à ciência de forma lúdica com apresentações artísticas e experimentos científicos.
Segundo a coordenadora da Cienart, Zélia Macedo, ao todo são 241 trabalhos de divulgação institucional, popularização da ciência, apresentações de bolsistas do Programa de Iniciação Científica Júnior (PIBICJr) e da Educação Básica (CIENART).

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Programação "Ciência na Escola"

“A Matemática está em tudo” é o tema da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), que ocorre de 23 a 27 de outubro no Brasil. A SNCT tem por objetivo aproximar a Ciência e a Tecnologia da população, promovendo atividades de divulgação científica. Em Sergipe, serão realizadas várias atividades em Aracaju e no interior. 

A programação da SNCT começa com a ação ‘ Ciência na Escola’ em que professores das universidades visitaram escolas públicas de Aracaju e do interior do estado para a realização de palestras. O objetivo é permitir o contato entre aluno e o pesquisador. A programação possui atividades até o dia 24 de outubro. Confira a programação:


quarta-feira, 20 de setembro de 2017

VII Feira Científica de Sergipe acontece dia 27 de outubro


No dia 27 de outubro acontecerá mais uma edição da Feira Científica de Sergipe no Centro de Vivência da Universidade Federal de Sergipe (UFS). O evento integra a Semana Nacional de Ciências e Tecnologia (SNCT), coordenada pela coordenada pela Associação Sergipana de Ciência (ASCi),

O objetivo da Feira é aproximar a população de temas relacionados à ciência de forma lúdica com apresentações artísticas e experimentos científicos. Ao todo, são 241 trabalhos de divulgação institucional, popularização da ciência, apresentações de bolsistas do Programa de Iniciação Científica Júnior (PIBICJr) e da Educação Básica (CIENART).

A novidade deste ano é que os trabalhos realizados por bolsistas do Programa de Iniciação Científica Júnior (PIBICJr) serão avaliados na Feira e concorrerão ao Prêmio Destaque em PIBICJr Sergipe 2016/2017.

Os 169 trabalhos que fazem parte do projeto CIENART (www.cienart-se.com.br) serão apresentados em palco e em bancada, por equipes de alunos e professores de colégios públicos e particulares de Sergipe, sendo também avaliados e premiados ao final da Feira.

A Feira Científica de Sergipe é o maior evento de popularização da ciência do estado durante a SNCT. Um momento de integração entre cientistas, professores, estudantes e a sociedade como um todo.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

“A Matemática está em tudo” é o tema da próxima Semana Nacional de Ciência e Tecnologia


A Matemática foi escolhida como tema da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 2017, que acontece de 23 a 29 de outubro em todo o país. A escolha baseia-se no fato de que dois dos maiores eventos com este tema acontecerão no Brasil nos próximos anos. Juntos, eles formam o Biênio da Matemática 2017-2018 e reforçam a SNCT 2017.

Em 2017, o país vai sediar, pela primeira vez, a Olimpíada Internacional de Matemática, uma competição que reúne os melhores estudantes do mundo. No ano seguinte, é a vez de o Congresso Internacional de Matemáticos trazer ao Brasil pesquisadores de alto nível, também pela primeira vez no país.

A pesquisa matemática no Brasil teve o seu primeiro grande impulso com o Matemático maranhense Joaquim Gomes de Souza, por isso, a SNCT de 2017 vai homenageá-lo, vamos conhecer um pouco de sua vida e de sua história. Hoje o nosso país tem uma grande instituição de referência internacional, o Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) no Rio de Janeiro, com um papel vanguarda no Brasil e na América Latina, tanto pela excelência da sua pesquisa, como pelo seu papel na formação de jovens cientistas e na difusão da Matemática.

A Matemática está em tudo

Conhecida como "a ciência das ciências" e por outro lado, não reconhecida como ciência por outros, a Matemática tem tantas definições quanto aplicações, e é tão útil quanto prazerosa. Ela explora o raciocínio lógico e abstrato, e é usada como ferramenta essencial em incontáveis áreas do conhecimento humano, como a Física, Biologia, Química, Engenharia, Economia, Administração de negócios, Artes, Agricultura e até a Medicina. Ela está tão presente na nossa vida cotidiana, que, às vezes, a gente nem nota.

A Matemática é, sem dúvida, uma das áreas de conhecimento mais fascinantes e antigas. Acredita-se que ela tenha surgido antes mesmo da escrita e suas aplicações concretas impulsionaram o desenvolvimento da humanidade desde as primeiras civilizações por meio do manejo de plantações e medição de terra, registro do tempo e comércio.

Ela atravessou não só o tempo, como também o espaço. Gregos, muçulmanos, egípcios e chineses na antiguidade e na atualidade, todos nós estudamos e usamos a Matemática em nosso benefício. Ela é um instrumento para facilitar a vida e não o bicho-papão como grande parte das pessoas pensa ser.
 
O estudo da Matemática começou de maneira mais simples com os números, naturais, inteiros e operações aritméticas e todos os povos desenvolveram suas próprias formas de contar números. Pode parecer exagero, mas não é: o "zero" é umas das maiores e mais importantes invenções da mente humana! A partir daí, suas aplicações foram se multiplicando e se tornando mais complexas como na Álgebra, Geometria, Trigonometria, Porcentagem, Estatística, Topologia, Teoria dos jogos, dentre outras.

Passaram a auxiliar nas construções civis, na Engenharia e na Arquitetura; cálculos financeiros, estabelecendo novas economias em todo o planeta. A Teoria da Evolução – que trata da seleção natural das espécies – só pode ser desenvolvida com o uso da matemática. Sem ela, seria impossível a criação de computadores. Desde os primeiros que funcionavam a válvula, até aqueles com tecnologia de ponta.

Como você pode ver, a presença e os benefícios da Matemática no nosso dia a dia são incalculáveis e ela está em toda parte. Descubra como ela impacta diretamente em vários aspectos da sua vida:

1. A contagem matemática está no nosso calendário, estabelecendo dias, meses e estações do ano; é por meio dela que compreendemos as distâncias, medidas, tamanhos e diversas grandezas que nos auxiliam diretamente em inúmeras áreas de nossas vidas, como a temperatura, pressão, velocidade. Sem a matemática seria impossível fazer a previsão do tempo meteorológico.
2.  A Matemática é essencial à Medicina, pois possibilita o desenvolvimento de tecnologias de ponta que ajudam no mapeamento da anatomia humana, na elaboração de exames e prescrição de remédios. Está presente ainda na indústria farmacêutica. Portanto, nossa saúde depende diretamente da Matemática. Muitos dos exames que fazemos, tem seus resultados expressos por números. Ela também está em nossa alimentação, nos ajudando no cálculo de calorias e peso das comidas que proporcionam uma vida mais saudável e ainda no estabelecimento de indicadores como o índice de massa corpórea (peso / altura x altura); 
3. A estatística é uma área da matemática capaz de revelar tendências quando se trata de grandes quantidades. É o caso das pesquisas eleitorais, cujos gráficos nos mostram quais candidatos políticos estão à frente nas Eleições, ou ainda no comportamento da bolsa de valores e no desenvolvimento da cura de doenças. Qualquer pesquisa científica de ponta conta com a estatística que aplica inteiramente a Matemática em seus resultados
4. A Matemática está presente na nossa economia doméstica. Ao fazer compras, como calcular troco? Ao pagar contas, como calcular os juros? E até qual investimento fazer, se sobrar um dinheiro no fim do mês? As nossas finanças são álgebra pura e precisamos da Educação Financeira para manter as nossas contas em dia! Seria impossível calcular se a gasolina está mais barata que o álcool sem a famosa regra de três e, portanto, economizar;
5. Como a geometria é aplicada diretamente pelos engenheiros e arquitetos ao construírem pontes ou casas? O cálculo do teorema de Pitágoras pode ser utilizado por esses profissionais?
6. A criação de computadores, smartphones e tecnologias ligadas a eles, como a Internet, só foi possível por causa da Matemática e seu código binário, e eles ajudam também no desenvolvimento da Teoria do Caos, tão importante no estudo para previsão meteorológica;
7. Na indústria, ela é aplicada na linha de produção, e na pesquisa e desenvolvimento de produtos mais sofisticados e até mesmo na hora de pensar na forma das embalagens;
8. Atletas de elite usam ferramentas matemáticas sofisticadas para maximizar suas performances. Além disso, como saber quem ganhou nas provas de atletismo e natação nas Olimpíadas sem a tecnologia para definir os milésimos de segundos de diferença que um atleta estabelece sobre outro?
9. A Matemática está presente na aviação e até mesmo fora da Terra, para medir a distância entre os planetas, suas diferentes gravidades e até para, quem sabe, descobrir se há vida fora daqui;
10. Os filmes 3D usam softwares que têm como base a Matemática para produzir efeitos especiais incríveis que criam cenas realistas em cima de cenários que possuem apenas fundos verdes;
11. Até na arte a Matemática está presente. Você sabia que ela é usada para produção esculturas e pinturas de quadros famosos como a Monalisa? Ou ainda que ela está presente nas partituras musicais? 
Depois de tantas aplicações práticas da Matemática, não há como não se encantar e não querer entrar nesse universo de aprendizado para continuar mudando nossa história.
Então o desafio está lançado: agora é sua vez de pensar como a Matemática está presente em sua vida. Mande sua sugestão para o nosso Facebook - www.facebook.com/semananacionalct/?fref=ts; o nosso Twitter com a hashtag #SintonizeCiência ou em nosso site. A equipe do MCTIC vai consolidar todas as contribuições e disponibilizá-las para todos os interessados em participar da SNCT de 2017.

Arte: Kennedy Lima
  
Fonte: Alice Abdo - MCTIC / Coordenação de Projetos e Espaços de Divulgação Científica - COPDC

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Feira Científica de Sergipe reúne milhares de alunos na UFS

Na última sexta-feira, 28, aconteceu mais uma Feira Científica de Sergipe na Universidade Federal de Sergipe (UFS). O evento reuniu a exposição de trabalhos de escolas e instituições de ensino e pesquisa. Mais de 100 trabalhos foram expostos para a população.

Durante a Feira, foram expostos trabalhos sobre, ciência, tecnologia e artes. Participaram cerca de 40 escolas públicas e particulares. A professora Eva Maria Siqueira, uma das organizadoras da Feira, destaca a importância do evento para despertar nos jovens o interesse pela ciência.

“Os alunos de Bolsa Científica Júnior, educação básica, ensino fundamental maior, ensino médio, iniciam o gosto pela pesquisa através deste evento. Então, quando vêm para aqui, eles ficam encantados de ver esse ambiente e, com certeza, esse é um estímulo para quando chegar o momento de escolherem sua profissão e entrarem no ensino superior”, afirma a professora Eva.

A estudante de Física, Dinorá Barbosa, participou da Feira com a  exposição de um projeto de popularização da Astronomia, fruto do edital da Fundação de Apoio à Pesquisa e à Inovação Tecnológica do Estado de Sergipe (Fapitec/SE).

“Nós trabalhamos com a divulgação da Astronomia em escolas e comunidades. Também fazemos eventos para o público universitário e o público em geral para fazer com que as pessoas se interessem por Astronomia e ciência em geral”, disse a estudante.

A aluna do Colégio Benedito Barreto de Nascimento, no município de Umbaúba, Mislânia Silva Santos, participou da feira levando um projeto sustentável. Segundo a estudante, o projeto foi desenvolvido ao longo do ano por alunos e professores.

“Nós trouxemos um forno solar utilizado para cozinhar alimento. Foi realizada uma Feira de Ciências em nossas escolas, onde a seleção do nosso projeto para vir para cá. Essa feira é importante porque estamos acostumados com aula teoria e com esse projeto trouxemos os nossos cotidianos para o dia cotidiano”, explica.

Fonte: FAPITEC/SE

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Feira de Ciências de Sergipe acontece nesta sexta-feira, 28

Com objetivo de aproximar a população de temas relacionados à ciência de forma lúdica com apresentações artísticas e experimentos científicos, na próxima sexta-feira, 28, acontecerá a Feira de Ciências de Sergipe na Universidade Federal de Sergipe (UFS) a partir das 8h. A Feira integra das ações da Semana Nacional de Ciências e Tecnologia (SNCT), que acontece até o dia 28 de outubro em Sergipe.

Uma das atividades que acontecerá durante a Feira de Ciências de Sergipe é a Feira Estadual de Ciência, Tecnologia e Artes de Sergipe (CIENART), que mobiliza professores e alunos em torno de temas e atividades de Ciência, Tecnologia e Artes. Durante a Feira, serão apresentados mais de 100 projetos de escolas públicas, particulares, projetos de popularização, trabalhos de PIBICJr e a apresentação de trabalhos artísticos.

A professora Eva Maria Siqueira Alves destaca que a Feira a cada ano vem crescendo com a participação de mais escolas. "A nossa expectativa é atingir a cada ano mais escolas de todas as regiões de Sergipe. Serão expostos trabalhos da Cienart, popularização científica contando com mais de 10 instituições de ensino e pesquisa. Os trabalhos da Cienart são produzidos por professores da rede estadual, municipal, particular e federal. São professores, alunos e instituições que vão expor os seus trabalhos".

A coordenadora do Programa de Comunicação Científica e Tecnológica da Fundação de Apoio à Pesquisa e à Inovação Tecnológica de Sergipe (Fapitec/SE), Rosane Barros, destaca que a Feira é um momento de interação com a ciência através dos projetos que estão sendo expostos pelos alunos. 
“Ao longo do ano, professores e alunos foram motivados para participar dessa Feira. Temos projetos em todas as áreas do conhecimento que serão expostas para que a população possa participar. Além das escolas, as instituições de pesquisa e ensino também estarão presentes para mostrar as ações que serão realizadas em Sergipe sobre ciência, tecnologia e inovação”, afirmou Rosane.

Parceiros
A Feira de Ciências conta com a parceria da UFS, Cienart, Fapitec/SE, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Secretaria de Estado da Educação (SEED), Instituto Federal de Sergipe (IFS), Embrapa Tabuleiros Costeiros, Instituto Tecnológico e de Pesquisas do Estado de Sergipe (ITPS), Museu da Gente Sergipana, Universidade Tiradentes (Unit), Instituto de Tecnologia e Pesquisa (ITP), Instituto de Pesquisas em Tecnologia e Inovação (IPTI), Casa da Ciência (CCTECA), Sociedade de Estudos Astronômicos de Sergipe (SEASE), Faculdade Administração e Negócios de Sergipe (FANESE), Sergipe  Parque Tecnológico (SERGIPETEC).

SNCT
A Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) foi criada em 2004 com o objetivo de aproximar a Ciência e Tecnologia da população, promovendo eventos que congregam centenas de instituições a fim de realizarem atividades de divulgação científica em todo o país. A ideia é criar uma linguagem acessível, por meios inovadores que estimulem a curiosidade e motivem a população a discutir as implicações sociais da Ciência, além de aprofundarem seus conhecimentos sobre o tema. Em Sergipe, a programação encerra no dia 28 de outubro com a Feira de Ciências de Sergipe, que acontecerá na Universidade Federal de Sergipe (UFS) a partir das 8h.

Fonte: FAPITEC/SE

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Alunos da rede pública apresentam projetos de pesquisa

 
Desenvolver pesquisa na escola é o principal objetivo do Programa de Iniciação Científica Júnior (PIBICjr). Na última quinta-feira, 20, foram apresentados 13 projetos no Colégio Aplicação. Os projetos foram desenvolvidos na escola por alunos e professores.

A professora doutora, Eva Maria Siqueira, destacou a importância do programa na formação dos alunos. “O PIBICjr é um programa importante porque são os alunos da educação básica que começam a pesquisar e entender as etapas da pesquisa. Os alunos que são do PIBICjr, provavelmente  irão continuar os estudos com as pesquisas, se envolver com professores que fazem as pesquisas nas instituições de ensino superiores”, afirmou Eva.

O estudante do Instituto Federal de Sergipe (IFS), José Lucas Lima Santos, está desenvolvendo um projeto sobre a sustentabilidade na apicultura. “Nosso projeto trabalha com as APLs, que é um aglomerado de empresas, uma série de órgãos que trabalham para beneficiar o pequeno agricultor. No nosso caso, é a apicultura dos produtores de mel no alto sertão, em especial”.

A estudante do CODAP, Alice do Carmo Alves, também apresentou um projeto sobre sustentabilidade e enfatizou a importância do programa. “Projetos como esse da Fapitec ajuda o individuo a pensar de forma sustentável e ajuda no desenvolvimento de projetos menores. O PIBICjr abre as portas do mundo porque ficamos muito vinculados à sala de aula. Quando temos projetos como esse oferce a oportunidade de sair da sala de aula e pensar de forma mais ampla. É importante a escola sim, mas projetos como esse também são importantes”.

A professora de Biologia do Codap, Cristiane Ramos Nonato, explica que o aluno que faz parte do PIBICjr desenvolve várias habilidades.  “Eles melhoram a escrita, a forma de lidar com o público e com as críticas porque os professores dão sugestões sobre o trabalho. Então, autonomia, criticidade, melhor emprenho e desempenho na escrita científica. Tudo isso é fruto dessa experiência com o PIBICjr”. 
 
Fonte: FAPITEC/SE

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Prêmio João Ribeiro estimula a divulgação científica em Sergipe

Na noite da última quinta-feira, 20, aconteceu a premiação do Premio João Ribeiro de Comunicação e Divulgação Científica e Tecnológica. Ao todo, foram 18 premiados nas categorias Científica, Comunicação Social e Visual e Inovação Tecnológica. Durante evento, também foi lançado o livro Pesquisa na Educação Básica de Sergipe, organizado pela professora doutora Sônia de Souza Mendonça Menezes.
 
O presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa e à Inovação Tecnológica do Estado de Sergipe (Fapitec\SE), José Heriberto Pinheiro, destacou a importância do Prêmio. “Um momento importante do reconhecimento do trabalho de pesquisadores e jornalistas que contribuíram para a popularização da ciência. Os trabalhos foram avaliados pela Câmara da Fundação, e trazendo temas importantes”.

A graduanda em Pedagogia pela Universidade Federal de Sergipe (UFS), Adriana de Andrade Santos, foi uma das contemplados com o prêmio com o trabalho “Pesquisas na Educação Básica de Sergipe: Realizações do Programa PIBICjr. A estudante enfatizou a importância do prêmio para a sua formação acadêmica.

“É o meu primeiro premio. Muito importante essa conquista para a minha formação acadêmica, e só vem acrescentar conhecimento. Estou muito feliz e agradeço a professora Eva Alves pela oportunidade da bolsa e a Fapitec pelo incentivo”, afirmou.

O jornalista Keizer Santos também foi um dos premiados da noite. Keizer recebeu o prêmio em primeiro lugar na categoria Internet com o trabalho “Em Sergipe, pesquisadora busca alternativa preventiva de combate ao câncer de pele”. A matéria é fruto da pesquisa desenvolvida pela pesquisadora Renata Cristina Kiatkoski Kaminski.

“O premio representa o reconhecimento de um trabalho profissional. A Fapitec está de parabéns porque o Prêmio valoriza a divulgação da nossa ciência”, disse Keizer.

Lançamento de livro

A noite também foi marcada pelo lançamento do livro Pesquisa na Educação Básica de Sergipe, organizado pela professora doutora Sônia de Souza Mendonça Menezes. O livro avalia o Programa de Iniciação Científica Júnior em Sergipe.

“O livro 'Pesquisa na Educação Básica de Sergipe' reúne resultados do projeto PIBICjr no período 2003 a 2011. Esse livro é muito importante porque estamos desenvolvendo pesquisas realizadas na Educação Básica pelos alunos, juntamente com seus professores e professores do ensino superior. Esse livro vai suscitar que as pesquisas sejam propagadas na Educação Básica. O pibicjr é um programa essencial na educação porque incentiva o aluno a ser um pesquisador”, pontuou a professora Sônia.

Feira de Ciências

Desde o dia 17 de outubro, várias atividades da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) estão sendo realizadas em Sergipe. Durante a premiação, também aconteceu a abertura oficial da SNCT, que finaliza no dia 28 de outubro com a Feira de Ciências de Sergipe, que acontece na UFS a partir das 8h. A Feira reúne trabalhos dos alunos da rede pública e particular.

A coordenadora da Feira, Zélia Macedo, destacou a importância da Feira de Ciências. “Essa feira é a culminância de todo o trabalho que é feito para a divulgação e valorização da ciência. Fizemos esse trabalho ao longo do ano junto com os professores da Educação Básica, através de palestras e oficinas para capacitação desses professores”. 

Fonte: FAPITEC/SE

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

SNCT 2016: Estudantes visitam os laboratórios do ITPS

O Instituto Tecnológico e de Pesquisas do Estado de Sergipe (ITPS) iniciou nesta segunda-feira, 17, as atividades alusivas à Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. O evento é coordenado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTI) e traz o tema ‘Ciência Alimentando o Brasil’.

No primeiro dia de atividades, o ITPS recebeu alunos da Escola Estadual Nelson Mandela, localizada no bairro Luzia, em Aracaju, para palestras relacionadas à segurança alimentar, uso e preparo do solo e metrologia. As ações na sede do ITPS acontecem até o dia 21 com visitas aos laboratórios e ao Centro de Memória da Ciência e Tecnologia de Sergipe.

O objetivo principal da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia é mobilizar a população, especialmente crianças e jovens, em torno da ciência. “Estamos de portas abertas para receber os alunos e demonstrar as atividades que o Governo de Sergipe, por meio do ITPS, desenvolve na área de ciência e tecnologia. Nosso alvo principal são os jovens, pois queremos estimular o contato com o mundo dos pesquisadores e incentivar a escolha de carreiras que contribuam para o desenvolvimento do país”, explica o diretor-presidente do ITPS, Léo Araújo.

 “Vamos aproximar a população da ciência e tecnologia por meio de eventos que tratem do tema com linguagem acessível. A ideia é estimular a curiosidade e manter a discussão entre a população para que todos entendam que a ciência está presente no nosso dia-a-dia quando, por exemplo, há a necessidade de verificar a potabilidade da água, fazer análise nutricional de alimentos e até mesmo uma recomendação de adubação para determinas culturas”, revela a diretora técnica do ITPS, Lúcia Calumby.

Aprendizado

Para a estudante do 9º ano, Vivian Andrade, ver de perto como funcionam as atividades de ciência foi a parte mais interessante do evento. “Achei muito legal porque vimos pessoalmente várias coisas que aprendemos na escola. Aquilo que a gente aprende nos livros está bem pertinho da nossa realidade. Aprender tudo isso é muito importante para aumentar o nosso conhecimento”, comenta.
A professora Edenilda Farias destaca os benefícios do evento para os alunos. “Na sala de aula, eles veem a teoria, mas aqui é a oportunidade de conhecer a prática. Uma excelente chance para entender melhor o papel da ciência e tecnologia”, opina.

Programação

Até o dia 21, o ITPS recebe alunos de escolas públicas e particulares para palestras sobre as atividades na área de pesquisa e visitas aos laboratórios e ao Centro de Memória da Ciência e Tecnologia de Sergipe. De 24 a 27 de outubro, as palestras vão acontecer em algumas escolas da capital e interior. Já no dia 28 de outubro, as ações se concentrarão na Feira Científica de Sergipe, evento que será realizado pela Fundação de Apoio à Pesquisa e Inovação Tecnológica do Estado de Sergipe (Fapitec) no Centro de Vivência da UFS com estandes de diversas instituições de ciência e tecnologia do Estado.

Semana Nacional de Ciência e Tecnologia

A Semana Nacional de Ciência e Tecnologia foi criada em 2004 com o objetivo de aproximar a Ciência e Tecnologia da população, promovendo eventos que congregam centenas de instituições a fim de realizarem atividades de divulgação científica em todo o País. A ideia é criar uma linguagem acessível à população, por meios inovadores que estimulem a curiosidade e motivem a população a discutir as implicações sociais da Ciência, além de aprofundarem seus conhecimentos sobre o tema. O período oficial da 13ª SNCT no Brasil vai de 17 a 23 de outubro de 2016.
 
Fonte:Ascom ITPS

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Sergipe inicia as atividades da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia

Na últimasegunda-feira, 17, iniciou as atividades da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) em Sergipe. O objetivo é aproximar a população, de forma lúdica, de temas relacionados à ciência, a tecnologia e inovação. As ações estão sendo realizadas em Aracaju e no interior nas escolas, instituições de pesquisa e ensino. O tema da SNCT é "Ciência Alimentando o Brasil".

No Colégio João Alves Filho, em Aracaju,  sete projetos foram apresentados por alunos do Programa de Iniciação Científica Júnior (PIBICjr). Através desse programa, alunos do ensino médio desenvolvem pesquisa junto com o professor nas escolas públicas. Os alunos recebem uma bolsa de R$ 100.

O bolsista do PIBICJr, Miguel Conceição, destaca a importância de apresentar seu projeto na SNCT. “Foi bem gratificante apresentar o meu trabalho para outros colegas. Uma oportunidade expor o que estamos produzindo na nossa escola”.

O presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa e à Inovação Tecnológica do Estado de Sergipe (Fapitec/SE), José Heriberto Pinheiro, destaca a importância da realização da SNCT. “Um evento que tem por objetivo aproximar a população de assuntos relacionados à ciência. Para contribuir com a popularização da ciência, várias ações estão sendo realizadas na capital e no interior”.

Cienart 2016

A SNCT 2016 encerra com a Feira de Ciências de Sergipe, que acontecerá na Universidade Federal de Sergipe (UFS), no dia 28 de outubro. Durante a Feira, ocorre apresentação de projetos da rede pública e particular nas diversas áreas do conhecimento.




Fonte: FAPITEC/SE

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Inscrições abertas para a II Oficina de Iniciação Científica Júnior

No dia 4 de outubro acontecerá a II Oficina de Iniciação Científica Júnior no Colégio Aplicação. A oficina tem por objetivo fornecer ao aluno da educação básica as orientações fundamentais que os permitam compreender o que é ciência, desenvolver a habilidade metódica da pesquisa científica e ter noções das regras básica da sua exposição, seja oral ou escrita.

Segundo o professor Dr. Saulo Henrique Silva, os jovens acadêmicos, na maioria das vezes, ingressam nas universidades sem nenhuma espécie de formação científica adequada. Através do Programa de Iniciação Científica, os alunos já entram na universidade com experiência na produção científica.

“Produzir conhecimento não deve ser uma atividade apenas do professor, mas também do aluno. É fundamental que o aluno seja instigado a problematizar as coisas e a tentar descobrir respostas para as suas inquietações”, destacou.

O professor Saulo Henrique ainda acrescenta que a iniciação científica no Brasil ocorre sempre de forma tardia, por não existir na educação básica tradição de pesquisa.

Oficina
A oficina acontecerá de 4 a 5 de outubro a partir das 10h no Colégio Aplicação. A oficina também se destina a fornecer uma iniciação científica aos estudantes de Graduação e Pós-graduação que tenham dificuldades com a prática da pesquisa científica. As inscrições podem realizadas no site do SIGAA.

Programação:

Dia 4 de outubro
Início às 10 horas.
Término às 12 horas.

Dia 5 de outubro
Início às 10 horas.
Término às 12 horas.
Local, Anfiteatro do Colégio de Aplicação

Fonte: FAPITEC/SE

sexta-feira, 16 de setembro de 2016


A programação estadual da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 2016 já está no ar, clique aqui para não perder nenhuma atividade.

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Erva cidreira é a planta medicinal mais utilizada em Aquidabã-SE

Com o objetivo de registrar o uso espécies nativas e promover a aproximação da comunidade escolar com a cultura local, o professor Eronides Soares Bravo Filho criou um projeto com a proposta de registrar essas plantas medicinais no município de Aquidabã. A ideia surgiu após o professor perceber o uso constante de ervas medicinais por pessoas mais velhas na comunidade.

Durante a pesquisa, foram aplicados questionários baseados em referências da literatura de trabalho de etnobotânica e o uso da técnica ‘bola de neve’. “Essa técnica é muito utilizada em trabalhos de etnociências e ocorre da seguinte forma: um especialista entrevistado indica outro especialista, e assim sucessivamente, desta forma, não há perda de tempo entrevistando pessoas que não conhecem a temática e obtêm-seresultados mais consistentes”.

A pesquisa contou com participação de três bolsistas: Yslaine Gomes dos Santos, Artur Anael Santos Silva Pina e Adrian Richard Pereira Melo. O professor Eronides como os bolsistas atuam  no projeto.“Eles fazem todo o levantamento bibliográfico, entrevista, coleta de dados do material botânico e desenvolvem a escrita inicial do artigo que será publicado em conformidade com as orientações”.

Descobertas
Apesar do acesso aos medicamentos industrializados, a pesquisa mostrou que a maioria dos moradores, independente de idade ou classe social, utiliza as ervas medicinais para curar diversas enfermidades. O mais curioso é que os conhecimentos das propriedades dessas plantas ficam restritos a três ou quatro especialistas da cidade, que guardam essas informações apenas na mente.
O estudo apontou que os maiores influenciadores para o uso das plantas medicinais são os pais e avós. Em Aquidabã, foram identificadas 49 espécies das plantas medicinais, sendo a mais utilizadas a erva cidreira, capim-santo e  bom-nome.

Apoio
O projeto é desenvolvido com o financiamento da Fundação de Apoio à Pesquisa e à Inovação Tecnológica do Estado de Sergipe (Fapitec/SE),em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico (CNPq) através do Programa de Iniciação Científica Júnior (PIBICJr).

 Fonte: FAPITEC/SE

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Professor enxerga potencial educativo em jogos de videogame

Vivemos numa geração em que os jovens vivem conectados. O videogame é uma das tecnologias que prendem a atenção dos jovens. Observando isso, o professor da Escola Municipal de Ensino Fundamental Freitas Brandão, Rogério Tenório de Azevedo, criou o projeto “Quem joga videogame marque um x!: um estudo sobre as práticas de jogos eletrônicos dos alunos da escola Freitas Brandão”.

A equipe fez um levantamento de dados através de um questionário para saber quais eram os jogos mais populares entre os alunos. Os resultados foram FIFA, Subway Surf e GTA. Depois identificaram qual era o potencial pedagógico de cada um e fizeram um segundo questionário para saber se os alunos percebiam se os jogos poderiam ser utilizados em sala de aula. Nesse questionário, os alunos responderam que se o jogo fosse aplicado na aula, ela seria mais atrativa e o conteúdo mais produtivo. Agora, eles estão na fase de análise e da escrita do relatório final.
 
O professor contou que apesar do tema ser uma novidade entre os seus colegas de trabalho, foi bem recepcionado. A intenção dele é levar o projeto além da matéria de Inglês. “O jogo poderia ser aproveitado pela disciplina de Geografia, de Português, Matemática, de Inglês. Nós percebemos que vários jogos têm potencial pedagógico”. A pesquisa finaliza em setembro, mas Tenório já pensa em continuar o projeto.

Apoio
O projeto conta com o apoio da Fundação de Apoio à Pesquisa e à Inovação do Estado de Sergipe (FAPITEC) em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico (CNPq) e fruto do Programa de Iniciação Científica Júnior (PIBIC Jr). 

Fonte: FAPITEC/SE