quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Projeto estimula o uso de tecnologias nas aulas de Geografia

Estimular o uso da tecnologia nas aulas de Geografia é principal objetivo do projeto “Geocaçadores do conhecimento” coordenado pelo professor Judson Oliveira Malta. O projeto foi criado em 2013, e tem mobilizado os alunos do Colégio Aplicação (Codap) e do Colégio Estadual Acrísio Cruz. O projeto será apresentado durante a Feira de Ciências que acontecerá no dia 30 de outubro, integrando as atividades da Semana Nacional de Ciências e Tecnologia (SNCT).

De acordo com o coordenador do projeto, Judson Oliveira, o projeto começou quando lecionava no Codap como professor substituto. “Conhecemos um jogo que é o geocast, que trabalha com caça ao tesouro ao redor do mundo. Ele é uma rede social e as pessoas escondem tesouros no mundo e disponibilizam as coordenadas geográficas (latitude e longitude) para os outros jogadores das redes sociais poderem procurar os tesouros uns dos outros”.

O início do projeto aconteceu no Colégio Aplicação onde foram realizados estudos sobre o tema. Com o incentivo da Fundação de Apoio à Pesquisa e à Inovação Tecnológica do Estado de Sergipe (Fapitec/SE) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o projeto foi expandido para a rede estadual.

Semanalmente, a equipe que é formada por três professores, cinco bolsistas, dois alunos voluntários e um graduando de Geografia se reúne para debater sobre ciência e trabalham a redação científica para produção de artigos. “Peço para eles lerem e resenharem para aprender a produzir artigos e sua estrutura. Vamos fazendo análises de artigos já prontos e depois vamos desenvolvendo o nosso texto. Com esse projeto eles vão aprender para a vida toda porque eles precisam se esforçar para desde agora acessar outro nível de conhecimento que é o superior”.

O estudante Edimir Alves do nascimento Júnior está no projeto há três meses e conta a importância do envolvimento com a produção científica ainda no ensino médio. “O projeto tem sido muito importante porque quando a gente chegar à universidade nós teremos uma base para produzir artigos. É um incentivo muito bom. A Fapitec está ajudando muito e o professor Judson, que é o nosso orientador, tem nos ajudado bastante  tirando todas as nossas dúvidas. Estamos trazendo essa tecnologia com GPS e as tecnologias de posicionamento global para  a sala de aula estimulando os alunos a gostarem mais da Geografia”, conta Edimir.

Paralelo ao projeto de Geotecnologias, o grupo está desenvolvendo um projeto sobre a arborização urbana de Aracaju. Segundo o professor Judson, o objetivo é entender como a vegetação é importante para o ambiente urbano de Aracaju, além de estudar a importância das vegetações.
A estudante Gabriela Andrade de Jesus faz parte do projeto sobre a arborização urbana de Aracaju e destaca a importância do projeto para a sua formação. “A partir desse projeto eu passo a aprender mais sobre a escrita acadêmica e me aprofundar mais nesse assunto, mas o principal objetivo é melhorar a redação científica. Nas universidades é preciso fazer muitos artigos e o que estou aprendendo agora vai servir muito no futuro. Além de conhecer mais sobre o ambiente, partir desse tema fico mais ciente do que está acontecendo no meio ambiente”.

Cienart
O professor Judson adianta que o projeto promete movimentar a Feira Estadual de Ciências, Tecnologia e Artes (Cienart), que acontecerá no dia 30 de outubro, integrando as ações da SNCT. Segundo Judson, a ideia é montar um circuito de caça ao tesouro para que os estudantes visitantes possam montar equipes para participar do desafio. A ideia é estimular os estudantes a utilizarem as geotecnologias.

SNCT
“Luz, Ciência e Vida" é o tema da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), que ocorre de 19 a 25 de outubro no Brasil. A SNCT tem por objetivo aproximar a Ciência e a Tecnologia da população, promovendo atividades de divulgação científica.  A SNCT é realizada desde 2004 sob a  coordenação a nível nacional pelo Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Em Sergipe, a programação ocorre durante todo o mês de outubro finalizando as atividades com a Feira de Ciências, que ocorre no dia 30 de outubro na UFS, sob a coordenação da Fapitec/SE e da Cienart.

Fonte: FAPITEC/SE

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Projeto busca despertar jovens para ciência através do “Futebol de Robôs”

Unir a robótica ao futebol é uma das propostas do Grupo de pesquisa em Robótica da Universidade Federal de Sergipe (UFS), que desenvolve o projeto de popularização da ciência “Futebol de Robôs”.  O projeto é coordenado pelo Doutor em Engenharia Elétrica, Profº Eduardo Freire, e conta com a participação dos professores Elyson Carvalho e Lucas Molina.  O principal objetivo do projeto é divulgar e atrair a juventude para pesquisa e a tecnologia.
 
Sabendo que o futebol é um esporte muito difundido no país, e a robótica cada vez mais presente no imaginário dos jovens que estão ligados ao mundo científico, o grupo buscou associar estes dois temas através de um mecanismo para desenvolver a ciência, intitulado como “Futebol de Robôs”. O projeto será um dos destaques durante a Feira de Ciências da Fapitec/SE, que ocorre no dia 30 de outubro, integrando as ações da Semana Nacional de Ciências e Tecnologia (SNCT) 2015.

O projeto consiste na construção e desenvolvimentos de robôs que participam do Campeonato Sergipano de “Futebol de Robôs”, e da Competição Brasileira e Latino Americana de Robótica, que é um dos propósitos do projeto. A participação nas competições oferece visibilidade ao grupo ajudando a difundir a ciência, principalmente, nas escolas públicas.

De acordo com o coordenador do projeto, Eduardo Freire, os alunos aprendem os conceitos básicos de programação e robótica. Depois disso o grupo estabelece uma comunicação com os alunos através das redes sociais para tirar dúvidas  e ajudar na construção dos times.

“Fazemos uma ampla divulgação do evento nas escolas, mandando materiais como folders, para que as escolas divulguem em seu âmbito. E a partir disso convidamos as escolas a participarem de um dia de formação, ensinando os conceitos básicos e fazendo simulações para colocar um time de robôs para jogar”, explica  o professor Eduardo Freire.

O campeonato
O Campeonato busca atrair a atenção para a robótica em cada categoria fomentando a ciência de uma forma divertida. Algumas das categorias são para o desenvolvimento da inteligência dos robôs e outras desenvolvem a mecânica. Existem várias competições de robótica e dentro delas o “Futebol de Robô”.
A primeira versão do projeto foi em 2010, onde aconteceu o primeiro campeonato. Em seguida uma nova edição começou em 2011 e terminou em 2013 com o segundo Campeonato Sergipano de Robôs. Atualmente o grupo está organizando a terceira edição para acontecer em 2016, e já conta com 30 equipes já inscritas.

Os Robôs
De acordo com o professor Elyson Carvalho, os robôs se parecem com carrinhos que possuem um link de comunicação com o computador onde é processada toda a inteligência e estratégia do robô. “Temos uma câmera que captura as imagens do campo e a partir dessas imagens sabemos onde se encontra cada robô, o adversário, a posição e orientação de cada um e onde esta a bola. Um programa roda as ações de cada robô através do computador para cumprir o objetivo que é defender e atacar e fazer gols”, explicou.

Para o aluno do 3° Período de Engenharia eletrônica, Luan Robert Bispo dos Santos, a metodologia dos professores que orientam o projeto é bem variada e atinge todo mundo. “A melhor parte é o desenvolvimento, nós levamos, montamos e ensinamos sobre a construção de robôs para as escolas e para outras instituições acadêmicas”.

Futebol de Robôs nas escolas
O grupo pretende levar para as escolas uma complementação do projeto, ensinando os alunos a construir e a desenvolver os robôs utilizando a tecnologia através de kits de robótica. Disponibilizando assim o acesso à robótica para os alunos das escolas públicas.

Para o professor Lucas Molina, o uso da robótica leva os alunos a utilizar conceitos de matemática, física e outras matérias que são aprendidas no ensino médio. “O aluno quando consegue aproveitar as matérias que estão estudando e utilizá-las para construir um robô é um ganho muito grande, tanto para as crianças  quanto para as escolas”, ressaltou.

O projeto de robótica busca disponibilizar futuramente vídeos explicativos ilustrando passo a passo como funciona a montagem e o desenvolvimento do robô. Além de ensinar os alunos a construir seu próprio time seguindo as orientações com o objetivo de franquear de forma gratuita o acesso à robótica nas universidades e nas escolas que não possuem acesso. 

SNCT
“Luz, Ciência e Vida" é o tema da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), que ocorre de 19 a 25 de outubro no Brasil. A SNCT tem por objetivo aproximar a Ciência e a Tecnologia da população, promovendo atividades de divulgação científica.  A SNCT é realizada desde 2004 sob a  coordenação a nível nacional pelo Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Em Sergipe, a programação ocorre durante todo o mês de outubro finalizando as atividades com a Feira de Ciências, que ocorre no dia 30 de outubro na UFS, sob a coordenação da Fapitec/SE e da Cienart.

Fonte: FAPITEC/SE

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Projeto propõe realização de Feiras Científicas no município de Carira

“Feira de Ciências com materiais alternativos como proposta de reconstrução de elementos cotidianos” é um dos projetos apoiados pela Fundação de Apoio à Pesquisa e à Inovação Tecnológica de Sergipe (Fapitec/SE), que será apresentado durante a Feira Estadual de Ciências, Tecnologias e Artes de Sergipe (Cienart) no dia 30 de outubro. O projeto tem por objetivo estimular os estudantes Colégio Estadual  Artur Fortes, no município de Carira, a se envolverem em temas relacionados à ciência. A Cienart integra as ações da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 2015.
O professor de Química, Gladston dos Santos, conta que a ideia do projeto surgiu da necessidade de aproximar os alunos da Química, uma disciplina considerada complexa pelos estudantes. A ideia central é realizar pequenas feiras de ciências nas escolas municipais da região e ao final, uma grande feira na praça da cidade de Carira.

“O projeto Feira de Ciências com materiais alternativos tem como objetivo aproximar os alunos e a comunidade da Química. Esse projeto será desenvolvido entre os alunos do colégio estadual e os alunos da rede municipal. O projeto será desenvolvido a partir de mini feiras de ciências que serão realizadas nas escolas do município de Carira, que tenham o 9º ano. São seis escolas municipais ao todo”, detalha o professor.

A proposta da ‘Feira de Ciências Alternativa’ é adaptar o material usado em laboratório com objetos do cotidiano dos alunos. Segundo o professor Gladston, a escola não possui um laboratório equipado, por isso a ideia do projeto.

“Esse projeto seria a adaptação de toda aquela vidraria que existe no laboratório convencional, que uma escola poderia ter e nós não temos. Por exemplo, vamos adotar um copo de extrato de tomate no lugar do béquer. A proveta, nós vamos medir em uma garrafa pet milímetro por milímetro usando uma seringa para ter as dimensões exatas”, explica o professor Gladston.

A ideia de realizar as feiras no município surgiu durante as atividades da SNCT 2014. Os alunos participaram da Cienart e se sentiram motivamos ao retornarem para a escola. “Os meus alunos foram despertados ano passado quando eles participaram da Cienart. Quando eles viram aquele mundo de feira e exposições, eles ficaram encantados e de lá para cá sempre me perguntando quando seria a próxima”.

O professor Gladston adianta que os alunos realizarão apresentações científicas e artísticas durante a Feira Científica. “Na Cienart estarei levando a apresentação geral do projeto e duas apresentações sobre materiais alternativos. Tenho dois bolsistas que vão apresentar o projeto e outro grupo que vai fazer um pop rep sobre a água. Eles montaram o rep e já estão ensaiando. 24 alunos irão participar”.

SNCT

“Luz, Ciência e Vida" é o tema da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), que ocorre de 19 a 25 de outubro no Brasil. A SNCT tem por objetivo aproximar a Ciência e a Tecnologia da população, promovendo atividades de divulgação científica.  A SNCT é realizada desde 2004 sob a  coordenação a nível nacional pelo Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

Fonte: FAPITEC/SE

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Semana Nacional de Ciência e Tecnologia mobiliza instituições de pesquisa

 

Luz, Ciência e Vida" é o tema da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), que ocorre de 19 a 25 de outubro no Brasil. A SNCT tem por objetivo aproximar a Ciência e a Tecnologia da população, promovendo atividades de divulgação científica. Em Sergipe, serão realizadas dezenas de atividades em Aracaju e no interior. As atividades serão encerradas com a Feira de Ciências, que reúne centenas de estudantes da rede pública e particular.

A organização da SNCT divulgou que foram cadastradas mais de 10 mil atividades que serão realizadas em 398 cidades. Além da participação de 1.661 instituições de pesquisa. A meta é tornar essas atividades cadastradas acessíveis à população, e assim, promover uma maior interação  da população com temas relacionados à ciência e tecnologia.

Para a coordenadora do Programa de Comunicação Científica e Tecnológica da Fapitec/SE, Rosane Barros,a SNCT é uma oportunidade de divulgar para a população o que vem sendo desenvolvido na área científica e tecnológica em Sergipe.

“A SNCT oferece uma vitrine de ações que são desenvolvidas no estado, principalmente, em relação aos projetos de popularização da ciência. É um momento em que as instituições de pesquisa abrem as portas para receber a população  para  mostrar o que os pesquisadores estão desenvolvendo”, explica Rosane Barros.

Programação
No período de 19 a 25 de outubro, ocorrem várias atividades em Aracaju nas instituições de pesquisa, como também no interior de Sergipe. A SNCT prevê apresentações de projetos, exposições científicas, ciclos de palestras, congressos, espetáculos culturais, mostras de vídeos, sessões de planetário, oficinas e visitas aos laboratórios.

Feira de Ciências
No dia 30 de outubro ocorre uma grande Feira de Ciências na Universidade Federal de Sergipe (UFS) de 8h às 16h. O objetivo da Feira é aproximar a população de assuntos relacionados à ciência de forma lúdica com apresentações artísticas e experimentos científicos. Uma das atividades que acontecerá durante a Feira de Ciências  é a Feira Estadual de Ciência, Tecnologia e Artes de Sergipe (CIENART), que mobiliza professores e alunos em torno de temas e atividades de Ciência, Tecnologia e Artes. Durante a Feira serão apresentados mais de 100 projetos de escolas públicas, particulares, projetos de popularização, e a apresentação de trabalhos artísticos.

Fonte: FAPITEC/SE

terça-feira, 4 de agosto de 2015

 

 

Participe da SNCT 2015

Participe você também da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia! Inscreva seus eventos e atividades de divulgação de Ciência e Tecnologia que farão parte da Programação Nacional da SNCT 2015.


Objetivo
Mobilizar a população, em especial crianças e jovens, em torno de temas e atividades de Ciência e Tecnologia.

Programação do Evento
Os eventos acontecerão em todo o território nacional. Para saber o que acontece na sua região, consulte a programação da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 2015.

Trabalho Voluntário
Professores e estudantes que queiram trabalhar voluntariamente na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 2015 devem entrar em contato com a Coordenação do seu estado ou município.

Em Sergipe
Em Sergipe, a SNCT é coordenada pela Fundação de Apoio à Pesquisa e à Inovação Tecnológica do Estado de Sergipe – FAPITEC/SE, vinculada a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico da Ciência e Tecnologia – SEDETEC.

Embora a coordenação estadual da SNCT seja da FAPITEC/SE, inclusive para fins de interação e articulação com o MCTI e o CNPq, a sua realização, abrangendo todas as atividades desenvolvidas no Estado, só é possível pelo envolvimento e o apoio de inúmeras instituições parceiras que, assim como a Fundação, acreditam na importância da popularização/divulgação da ciência e na sua contribuição para formação dos jovens. 

Quem pode participar da Semana?
Estudantes em geral, instituições de ensino e pesquisa, pesquisadores e coordenadores de projetos. Todas as inscrições são gratuitas.

Qual o período das atividades no Estado de Sergipe?
Durante todo o mês de outubro serão realizadas atividades da Semana, e a programação está disponível na página inicial deste blog.

Quais atividades farão parte da Semana? 
1. Atividades institucionais apoiadas pela FAPITEC/SE e;
2. V Feira de Ciências da FAPITEC/SE.

O que é e quando será a V Feira de Ciências da FAPITEC/SE? 
A Feira é uma realização da FAPITEC/SE juntamente com o projeto CIENART. O evento pretende reunir várias atrações de popularização e divulgação de ciência.

Local:Centro de Vivência da Universidade Federal de Sergipe
Data: 30 de outubro de 2015.
Horário: De 08h às 17h
Atividades:
Apresentação dos projetos inscritos na CIENART/SE;
Apresentação dos projetos do Programa PIBIC Jr;
Apresentação dos projetos de Popularização Científica;
Apresentação de outros projetos apoiados pela FAPITEC/SE;
Apresentação dos Projetos Institucionais ;
Atividades Científicas (artísticas/culturais);
Premiação.

Como posso participar da SNCT em Sergipe?
Envie um e-mail para snctsergipe@gmail.com, e retornaremos.

Equipe envolvida:
Rosane Barros - Coordenação Estadual - 3259-3007
Stefani Dias - Assessora da Coordenação Estadual - 3259-3007
Sônia Menezes - Coordenadora do Projeto SNCT em Sergipe 2015
Zélia Macedo - Coordenadora do projeto CIENART
Eva Maria - Vice coordenadora do projeto CIENART

quarta-feira, 1 de julho de 2015

 

 

Ano Internacional da Luz inspira comunidade científica no Brasil

Arte do material de divulgação da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 2015 reflete o tema "Luz, ciência e vida" e alia a imagem da mão e do genoma humano tendo como foco a luz.

O Ano Internacional da Luz, proclamado para 2015 pela Assembleia Geral das Nações Unidas, tem inspirado a comunidade científica no Brasil. Os principais eventos da área, promovidos anualmente, abordarão diversos aspectos sobre o assunto. É o caso da 12ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), que ocorrerá de 19 a 25 de outubro e terá como tema "Luz, ciência e vida".

A arte do material de divulgação da Semana deste ano (cartazes, banners e fôlderes), que começa a ser distribuído pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) na segunda quinzena deste mês em todo o País, reflete a temática ao aliar a imagem da mão e do genoma humano tendo como foco a luz. Clique aqui para baixar o material da SNCT 2015.

"A logo, de fato, convida as pessoas a pensarem neste tema ao usar elementos de Física e de Biologia e a imagem realmente remete para o protagonismo do homem, representado pela mão humana, que simboliza a efetividade e, ao mesmo tempo, a capacidade e a presença humana no sentido de realizar coisas", descreve Douglas Falcão, que é diretor de Popularização e Difusão de Ciência e Tecnologia da Secretaria de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social (Secis/MCTI), responsável pela coordenação nacional do evento.

O Ministério também trabalha na construção do site da SNCT 2015, com a proposta de tornar a utilização do portal mais simplificada para facilitar o registro das ações programadas para todo o País. Também está em processo de articulação final o lançamento de um edital no valor de R$ 2,5 milhões, em parceria com o Instituto TIM e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI), para a realização de ações voltadas para a temática.

Segundo Falcão, a ideia é popularizar a ciência e atingir, especialmente, o público entre 4 e 10 anos de idade.  "A garotada nesta faixa etária é muito sensível à ciência e tecnologia e muito curiosa e, ao mesmo tempo, será um desafio para as nossas instituições pensarem em atividades para as crianças", avalia o coordenador, que acredita que o alinhamento com o tema eleito pelas Nações Unidas promoverá uma maior estruturação, organização e inserção das instituições brasileiras nas comemorações do ano comemorativo. 

Luz e a humanidade

O diretor lembra que a luz está ligada de forma visceral à vida na Terra e ao caminho da humanidade. Em termos tecnológicos, avalia, será para o século 21 o que a eletrônica foi para o anterior. O prêmio Nobel de Física deste ano, ressalta, foi dividido entre três cientistas que desenvolveram o LED azul, fonte de luz mais eficiente, ecologicamente correta.

Douglas Falcão destaca que foi apenas com o advento da fibra óptica que a jovem internet passou a nos conectar transmitindo grandes quantidades de dados em alta velocidade. "Também é fácil entender a luz como fonte de energia que vem do Sol e que permite a vida na Terra em toda a sua variabilidade. O ciclo de claro e escuro e a sua duração influencia o clima, a agricultura e o comportamento humano", pontua.

Ele observa que também se pode pensar a luz como inspiradora e ferramenta para a arte ou, ainda, como porta para o tempo passado do universo, e que, se nas grandes cidades o excesso a iluminação polui o céu, ainda existem muitos lugares no mundo onde a escuridão da noite é quebrada apenas pelas luzes das lamparinas a querosene, que comprometem a saúde de quem elas iluminam.

"Não é difícil imaginar muitas outras conexões entre a luz e a humanidade, seja na dimensão tecnológica, social ou ambiental. Por esse motivo, este tema pode desempenhar um papel estratégico na educação. Sua transversalidade não respeita fronteiras disciplinares, culturais, geográficas ou temporais", conclui.

SBPC

A definição para a SNCT 2015 se deu em parceria da Secis com as associações científicas lideradas pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que também abordará o tema na sua 67ª reunião, marcada para 12 a 18 Julho, na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), em São Carlos (SP). Com o tema "Luz, Ciência e Ação", o evento terá a participação de pesquisadores renomados do Brasil e exterior.

A programação da 67ª Reunião Anual da SBPC contará com conferências, mesas-redondas, minicursos, encontros, sessões especiais, assembleias, além da SBPC Jovem, a ExpoT&C e a SBPC Mirim. A  ExpoT&C é uma mostra de ciência, tecnologia e inovação que reúne centenas de expositores, como universidades, institutos de pesquisa, agências de fomento, entidades governamentais e outras organizações interessadas em apresentar novas tecnologias, produtos e serviços. O espaço, neste ano, contará com 2.100 metros quadrados e cerca de 30 estandes representados por instituições ligadas ao MCTI, onde o tema luz será destaque.  
Fonte: MCTI

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Tema da SNCT 2015 remete ao Ano Internacional da Luz 

 

A escolha do tema "Luz, ciência e vida" para próxima edição da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), que ocorrerá de 19 a 25 de outubro, baseia-se em decisão da Assembleia Geral das Nações Unidas, que proclamou 2015 como o Ano Internacional da Luz, com objetivo de celebrar a luz como matéria da ciência e do desenvolvimento tecnológico.

A definição para a 12ª SNCT se deu em parceria da Secretaria de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social (Secis) do MCTI com as associações científicas lideradas pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).

Segundo o diretor de Popularização e Difusão de Ciência do MCTI, Douglas Falcão, esse alinhamento com o tema eleito pelas Nações Unidas promoverá uma maior estruturação, organização e inserção das instituições brasileiras nas comemorações do ano comemorativo.

Para estimular as ações nessa área do conhecimento em todo o Brasil , a Secis, o Instituto TIM e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI) estão organizando um edital de R$ 2,5 milhões. "Temos a certeza de que as instituições brasileiras irão explorar o tema "Luz, ciência e vida" de forma muito criativa e teremos uma das mais ricas edições da SNCT em 2015", ressalta Falcão, que é coordenador nacional do evento.

Ligação com a vida e a humanidade

O diretor lembra que a luz está ligada de forma visceral à vida na Terra e ao caminho da humanidade. Em termos tecnológicos, avalia, será para o século 21 o que a eletrônica foi para o anterior. O prêmio Nobel de física deste ano, ressalta, foi dividido entre três cientistas que desenvolveram o LED azul, fonte de luz mais eficiente, ecologicamente correta.

Douglas Falcão destaca que foi apenas com o advento da fibra óptica que a jovem internet passou a nos conectar transmitindo grandes quantidades de dados em alta velocidade. "Também é fácil entender a luz como fonte de energia que vem do Sol e que permite a vida na Terra em toda a sua variabilidade. O ciclo de claro e escuro e a sua duração influencia o clima, a agricultura e o comportamento humano", pontua.

Ele observa que também se pode pensar a luz como inspiradora e ferramenta para a arte ou ainda como porta para o tempo passado do universo, e que, se nas grandes cidades o excesso a iluminação polui o céu, ainda existem muitos lugares no mundo onde a escuridão da noite é quebrada apenas pelas luzes das lamparinas a querosene, que comprometem a saúde de quem elas iluminam. Para a inserção social das pessoas com deficiência visual, a tecnologia assistiva está criando muitas oportunidades de inclusão, acrescenta.

"Não é difícil imaginar muitas outras conexões entre a luz e a humanidade, seja na dimensão tecnológica, social ou ambiental. Por esse motivo, este tema pode desempenhar um papel estratégico na educação. Sua transversalidade não respeita fronteiras disciplinares, culturais, geográficas ou temporais", conclui.

Fonte: MCTI

terça-feira, 19 de maio de 2015

Inscrições abertas para a VI Oficina Pedagógica da CIENART

 

Com o objetivo de orientar os professores no processo de submissão de projetos científicos, a equipe da Feira Estadual de Ciências, Tecnologias e Artes (Cienart) realizará mais uma Oficina Pedagógica no dia 19 de junho. Podem participar professores da rede pública, particular e federal de todas as áreas do conhecimento. As inscrições estarão abertas até o dia 30 de maio.

Através das oficinas oferecidas ao longo do ano, os professores são capacitados para participarem de editais de divulgação científica e popularização da ciência. Além disso, os professores são orientados a como aperfeiçoar os trabalhos que já estão em andamento nas escolas e incentivados a levarem  a experiência para a Semana Nacional de Ciências e Tecnologia (SNCT), que acontece no mês de outubro.

A oficina acontecerá a partir das 8h30 na didática VI na Universidade Federal de Sergipe. Além das palestras, os professores também realizarão atividades práticas durante a oficina. Para realizar a inscrição acesse o site da CIENART http://www.cienart-se.com.br/.



Programação

 8h30   - Recepção dos participantes – Auditório da Didática VI

9h00   - Abertura

Palestras

9h20   - Profa. Dra. ZeliaSoares Macedo
Sobre a CIENART – apresentação, regulamento, inscrições, participação, relatório, publicações.

10h00   - Profa. Dra. Raquel MeisterKo. Freitag

Orientação para elaboração de relatórios e artigos

12h às 13h30 – Pausa para almoço

13h30 às 16h  - Atividades práticas:

“Edição de vídeos com o software Movie Maker” – Profa. Dra. Zélia Soares Macedo (UFS)

"Como produzir vídeos educativos com o uso de Chroma Key utilizando cenários virtuais" - Prof. Me. Antonio José Santos (IFS/Unit)

“Tratamento eletroquímico de águas contaminadas” - Prof. Dr. Giancarlo Richard Salazar Banda (Unit)

"Ensinando matemática com dispositivos móveis" - Prof. Me. Danilo Lemos Batista (IFS).

"O uso das novas tecnologias de comunicação e informação no ensino de geografia" - Profa. Dra. Sônia de Souza Mendonça Menezes (UFS)

"Uso de novas tecnologias no ensino de biologia"  - Profa. Dra. Yzila Liziane Farias Maia de Araújo (UFS)

“Linguagem e Letramento Digital” - Raquel Meister Ko. Freitag (UFS)

16h   - Café / despedida.

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Busão da Ciência leva experimentos científicos para Moita Bonita

 

Na próxima sexta-feira, 15, acontece mais uma edição do projeto “Ciências sobre rodas: Busão da ciência do agreste ao sertão” no município de Moita Bonita. O objetivo é aproximar a população de assuntos científicos e discutir conhecimento do senso comum. Durante visita aos municípios do agreste, alunos e professores da UFS realizam experimentos para a população local.

O professor Edson destaca a importância do projeto Busão da Ciência como um instrumento de popularização. “Os centros de museus na maioria dos estados estão concentrados em grandes centros ou capitais. No nosso caso, o Busão do agreste e do sertão é um museu de ciências em disco rodas. Ele vai até as localidades, geralmente em locais onde a comunidade nunca imaginava um dia discutir ciências e participar de feiras científicas”.

O Busão da Ciência leva para os municípios do agreste e sertão sergipano várias apresentações de ciência e química, através do teatro de mamulengo para destacar a cultura típica do Nordeste. “Nessas apresentações tem uma peça de teatro científico oxigênio e nós discutimos a descoberta científica e como as pessoas enxergam esses assuntos. Na geografia, também tem peças de teatro que trabalham com a questão da manutenção da terra, dos animais e a relação do homem e natureza. Além de discutir o que é a Matemática, Física e Biologia através de experimentos interativos que sempre são voltados para alguma questão local”, explica o professor Edson Wartha.

Data: 15 de maio de 2015
Local: Quadra de esportes do Colégio Estadual Djenal Tavares Queiroz - Moita Bonita
Horário: 8h às 12h

terça-feira, 28 de abril de 2015

Professores participam de Oficinas Pedagógicas

 

Na última quinta-feira, 16, professores da rede estadual participaram da Oficina de Elaboração de Projetos Científicos que ocorreu no auditório da Diretoria de Educação de Aracaju (DEA). As oficinas têm por objetivo capacitar os docentes para a elaboração de projetos científicos para concorrer aos Editais do Programa de Iniciação Científica (Pibic Jr) e do Programa Popularização das Ciências, além de participar da Feira Estadual de Ciências e Artes de Sergipe (Cienart), que ocorre durante a Semana Nacional de Ciências e Tecnologia (SNCT).
O presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa e à Inovação Tecnológica do Estado de Sergipe (Fapitec/SE), José Ricardo de Santana, destacou a importância da participação dos professores do ensino básico nos editais da Fundação. “Os professores do ensino básico podem participar dos editais da Fundação, basta saber os caminhos de como preparar um bom projeto. Muitos têm boas ideias que só faltam colocar no formato para submissão, por isso a importância dessas oficinas que estão sendo realizadas pela Cienart. As oficinas ajudarão os professores a submeterem os projetos”, explicou Ricardo.

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Para a vice coordenadora da Cienart, Eva Maria Siqueira, as oficinas são um incentivo para os professores participarem de editais e produzirem projetos com as ideias que já são desenvolvidas em sala de aula. “Esse momento é importante porque durante as oficinas estamos trabalhando com dois editais diretos da Fapitec/SE que é o de Popularização da Ciência e do PIBIC Jr. Além de incentivar os professores a elaborarem projetos para a Cienart SNCT.  Com isso, incentivamos os professores a registrarem as práticas que eles já têm. Muita coisa boa desenvolvida nas escolas, só que às vezes eles não colocam essa prática em forma de um projeto de pesquisa ou para Cienart ou para concorrer nos editais”.

As oficinas estão sendo realizadas em todas as Diretorias de Educação do Estado: Nossa Senhora da Glória, Nossa Senhora das Dores, Estância, Itabaiana, Propriá, Lagarto, Japaratuba, Gararu e Aracaju. As oficinas estão sendo realizadas em parceria com a Secretaria de Estado da Educação (SEED).
Eva Maria Siqueira adianta que uma grande oficina acontecerá na UFS no dia 19 de junho, uma oportunidade para os professores amadurecerem as ideias. “Os professores fiquem atentos ao site da Cienart e mandem seus projetos, tanto para o Edital de Popularização quanto para o PIBIC Jr. Nós queremos uma demanda grande para provocar que a Fapitec/SE disponibilize mais recursos para esses professores que trabalham nas escolas com esses alunos”.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

“Luz, Ciência e Vida” é o tema da Semana Nacional de Ciências e Tecnologia 2015

A 11ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT 2014) teve mis 35 mil atividades cadastradas em 537 cidades de todo o Brasil, com envolvimento de 560 instituições. O número de atividades já supera a marca de 2013, quando foram registradas 34 mil, em 740 municípios. Segundo a Secretaria de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social (Secis) do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), que coordena o evento, o recorde tende a aumentar.
"Estamos no dia 19 de outubro, quando tecnicamente se encerra a SNCT, mas o que temos no momento ainda é um balanço parcial, porque, em virtude da realização do segundo turno das eleições, muitos estados e municípios vão, na verdade, começar a sua semana nacional nos dois últimos meses do ano", ressaltou o diretor de Popularização e Difusão de Ciência do MCTI, Douglas Falcão, em coletiva de imprensa ao lado do titular da Secis, Oswaldo Duarte Filho, em Brasília.

Temática

Após visitar a SNCT em 15 cidades de seis estados, Douglas Falcão destacou o grau de envolvimento dos expositores com o tema de 2014 – "Ciência e tecnologia para o desenvolvimento social" – e o fortalecimento de uma rede entre as instituições responsáveis. "Além do êxito de transpor o conhecimento à sociedade, outro resultado interessante é o engajamento conjunto de institutos de pesquisa, universidades, instâncias municipais, estaduais e federais, organizações não governamentais e empresas privadas em prol da divulgação científica."
O diretor celebrou a tendência de prefeituras e governos estaduais estabelecerem oficialmente eventos paralelos à SNCT. "Cidades do Brasil inteiro, sejam grandes, médias ou pequenas, estão realmente formalizando por meio de portaria, ou decreto, a criação de semanas municipais e estaduais de ciência e tecnologia", contou. "Isso é extremamente importante, porque a divulgação da ciência acontece melhor onde existe estruturação institucional."

Acerca do tema de 2015, anunciado pelo ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Clelio Campolina Diniz, na abertura da SNCT em Brasília, Douglas reiterou o objetivo de alinhar o evento ao Ano Internacional da Luz, estabelecido pela Organização das Nações Unidas (ONU). "Luz, ciência e vida é uma proposta extremamente ampla, que pode ser abordada por disciplinas como biologia, química, física, história e filosofia", disse. "Esse tema vai facilitar a criatividade." A 12ª edição está marcada para 19 a 25 de outubro de 2015.

Editais

O secretário reforçou o anúncio, com previsão de lançamento ainda para 2014, de uma chamada pública de R$ 2,5 milhões, ao lado do Instituto TIM, por meio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI). "Pela primeira vez, nós temos uma parceria do governo com uma empresa privada para estimular a divulgação da ciência", declarou. A proposta também se relaciona com o Ano Internacional da Luz.

Conforme explicou Douglas Falcão, o edital a ser lançado por MCTI e Instituto TIM busca apoiar instituições a desenvolverem atividades de divulgação na temática destinadas a crianças de 4 a 10 anos de idade. "A gente sabe que o contato com ciência e tecnologia deve ser o mais precoce possível", afirmou. "Essa iniciativa visa de certa forma preencher uma lacuna de faixa etária, já que boa parte das ações costuma se dirigir a jovens com mais de 10 anos." A chamada pode cobrir custos pela realização de projetos como exposições, jogos, material didático, peças teatrais e visitas a museus.
Oswaldo Duarte Filho recordou que o CNPq mantém abertos até 5 de novembro dois editais da Secis com o Ministério da Educação: um para apoiar a realização de feiras de ciências e mostras científicas, de âmbito nacional, estadual e municipal; e outro para financiar olímpiadas do conhecimento. O secretário também destacou o lançamento, durante a SNCT, de chamada pública de R$ 20,3 milhões para oferecer bolsas de pós-graduação em tecnologia assistiva.

Fonte: MCTI

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Projeto leva experimentos científicos para o agreste sergipano

O projeto Ciências sobre rodas: Busão da ciência do agreste ao sertão”  tem por objetivo aproximar a população de assuntos científicos e discutir conhecimento do senso comum ao científico. O projeto foi aprovado no edital de  Olimpíadas e Popularização da Ciência ofertado pela  Fundação de Apoio à Pesquisa e à Inovação Tecnológica de Sergipe ( Fapitec/SE). O projeto começou a ser executado em 2012 no povoado Cajaiba, município de Itabaiana.


Cerca de 40 estudantes do curso de Química da Universidade Federal de Sergipe (UFS), campus de Itabaiana, fazem parte do projeto. O coordenador do projeto Busão da Ciência, Edson Wartha, afirma que a recepção da população nas feiras livres enriquece o aprendizado dos alunos. “Os alunos aprendem mais do que ensinam nas feiras. As pessoas sempre têm algo para acrescentar e dar sugestões. Isso ajuda muito na formação dos alunos”.


O professor Edson destaca a importância do projeto Busão da Ciência como um instrumento de popularização . “Os centros de museus na maioria dos estados estão concentrados em grandes centros ou capitais. No nosso caso, o Busão do agreste e do sertão é um museu de ciências em disco rodas. Ele vai até as localidades, geralmente em locais onde a comunidade nunca imaginava um dia discutir ciências e participar de feiras científicas”.


Busão do Agreste
O Busão da Ciência leva para os municípios do agreste e sertão sergipano várias apresentações de ciência  e química, através do teatro de mamulengo para destacar a cultura típica do Nordeste. “Nessas apresentações tem uma peça de teatro científico oxigênio e nós discutimos a descoberta científica e como as pessoas enxergam esses assuntos. Na geografia, também tem peças de teatro que trabalham com a questão da manutenção da terra, dos animais e a relação do homem e natureza. Além de discutir o que é a Matemática ,  Física e  Biologia através de experimentos interativos que sempre são voltados para alguma questão local”, explica o professor Edson Wartha.
 

Para a acadêmica do curso de Química, Jucemira Nascimento, o Busão da Ciência traz interatividade para os alunos nas aulas práticas. “Eles contam a história e em certos momentos eles param aquela história que estava contando e começam fazer experimentos. Desse experimento termina a conclusão da historieta que eles fizeram”.     

Jucemira Nascimento conta que o projeto vem se expandindo cada vez mais nas escolas do interior sergipano. “ Tem sempre um professor que ensina em mais de uma escola e esse professor convida o grupo para apresentar em outras escolas divulgando o nosso projeto. Então é um projeto muito interessante que os professores têm vontade de apresentar nas escolas que trabalham”, explica. 

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Popularização: Alunos do ensino superior realizam feiras científicas em escolas

O projeto “Feira de ciências como possibilidade de construção e aproximação de conhecimento” tem por objetivo realizar feira de ciências  em escolas públicas. Segundo a coordenadora do projeto Eliana Midori, o projeto aproxima dos alunos da graduação das escolas. O projeto surgiu há dois anos, mas só em 2013 o projeto foi submetido ao edital Olimpíadas e Popularização da Ciência ofertado pela Fundação de Apoio à Pesquisa e à Inovação Tecnológica de Sergipe (Fapitec/SE).

A professora de Química da Universidade Federal de Sergipe (UFS), Eliana Midori, destaca a importância do projeto para os estudantes de graduação. “Em relação aos alunos que estão na licenciatura  é uma aproximação grande com escola. Esse é o principal objetivo do projeto. Agora em relação aos alunos das escolas e do público alvo que nós estamos atendendo é exatamente mostrar a ciência e principalmente a experimentação em ciências”.
Para os estudantes de ensino médio, a professora Eliana explica que é uma forma lúdica de entender a ciência. Segundo a professora, muitas escolas ainda não possuem um laboratório e nas feiras os alunos realizam experimentos com objetivo de despertar o interesse por matérias, a exemplo de Química.
“Como eles não tem laboratório, já que nem toda escolas públicas tem laboratório e que não funciona adequadamente, então é exatamente isso que eles estão querendo mostrar. É chamar atenção para ciência e principalmente para química por que é uma disciplina que os alunos não têm tanta afinidade. Então a gente chama atenção e eles passam a gostar e a participar das feiras de ciências. Nessas feiras de ciências não são os meus alunos que fazem os experimentos, eles quem tem que fazer os experimentos, apresentar  e construir”, explica Eliana.

O estudante de Química Genisson Barbosa Teixeira faz parte do Programa de Bolsa Institucional de Iniciação à Docência (PIBID) e destaca que o projeto de Feira de Ciências nas escolas promove mais ainda essa interação do professor e aluno. “Acho importante porque a gente tem mais um contato com escola antes mesmo de passar por estágio ou entrar no mercado de trabalho. Então esse projeto tem uma função de promover essa convivência do acadêmico e escolar no ensino médio. Também  proporciona a gente aprende um pouco mais das ciências, principalmente  a questão do experimento que a gente trabalha com experimentos  cada vez mais aperfeiçoado na área de química e aprendendo coisas necessárias para o nosso futuro”, destaca Genisson.

Genisson ainda explica como é realizado um dos experimentos que desperta muito a atenção dos estudantes, conhecido como sangue do diabo. “Uma pessoa mancha a roupa que tem coloração avermelhada ou rosa e quando seca a gente percebe que a mancha sumiu. A explicação para isso é que na solução que foi preparada tem hidróxido  de amônia que é uma  solução básica, álcool que é uma solução ácida e a fenolftaleína  que é um indicador  ácido base. Em contato com ácido a fenolftaleína indica que a solução é transparente. Em contato com a solução básica a fenolftaleína  vai indicar uma coloração avermelhada.  A mancha some justamente porque a amônia em contato com água  evapora rápido e a solução vai voltar a ser ácida novamente por isso conhecido como sangue do diabo por que esse experimentos eram utilizados nos carnavais e tinha aquele impacto por que a mancha sumia com o passar do tempo. E na verdade a explicação é que amônia evapora e a solução volta a ser ácida novamente”.

Edital de Popularização
O edital de Popularização é lançado anualmente e tem por objetivo apoiar projetos institucionais de popularização da Ciência e Tecnologia das universidades, instituições de pesquisa, museus, centros de ciência, planetários, fundações, unidades de conservação, entidades científicas e outras instituições, apresentados durante a Semana Nacional  de  Ciência  e  Tecnologia. O edital ainda incentiva atividades que propiciem a difusão e popularização da ciência e tecnologia junto à sociedade sergipana e promovendo a divulgação científica em ações de inclusão social e redução das desigualdades.

quinta-feira, 9 de outubro de 2014


As atividades da SNCT começam com a IV Feira de Ciências da Fapitec/SE no dia 10 de outubro no Centro de Convenções de Sergipe (CCS).  A feira conta com a participação de pesquisadores, instituições e escolas da rede particular, pública e federal que farão uma exposição de trabalhos desenvolvidos junto com os professores. A Feira da Fapitec/SE estará aberta ao público das 8h às 16h. O objetivo Feira é incentivar a produção científica e estabelecer uma participação entre professores e alunos envolvidos nos projetos.
Também estão previstos durante a semana,  eventos como o Portas Abertas (pelo qual as instituições, especialmente científicas, recebem a visita do público em geral), Mostra de vídeos, Cientistas nas Escolas, Exposições e Feiras Científicas, Visitas a Museus, Casas de Ciência e Estações Experimentais.
Parceiros
A Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 2014 conta com a parceria das seguintes instituições: Universidade Federal de Sergipe (UFS), Universidade Tiradentes (Unit), Secretaria de Estado da Educação (SEED), Embrapa Tabuleiros Costeiros (Embrapa), Instituto Federal de Sergipe (IFS), Sergipe Parque Tecnológico (SergipeTec), Sebrae, Museu da Gente Sergipana, Faculdade de Administração e Negócios de Sergipe (Fanese), Instituto Tecnológico  e de Pesquisas do Estado de Sergipe (ITPs), Colégio Bom Pastor e Palácio Museu Olímpio Campos.